PUBLICIDADE
Topo

Esporte

Na trilha de Renzo e Ralph Gracie, Amaury Bitetti abre portas para retorno ao MMA

Diego Ribas, em Las Vegas (EUA)

Ag. Fight

28/08/2018 06h00

Foi-se o tempo em que ter 49 anos era impedimento para competir no MMA. Depois da vitória de Renzo Gracie aos 51 e do retorno de Ralph Gracie aos 47, Amaury Bitetti declarou, em entrevista exclusiva à Ag. Fight em Las Vegas (EUA), que não descarta retornar ao cage depois de 17 anos. De acordo com o veterano, que compareceu ao Campeonato Mundial Master de Jiu-jitsu, na semana passada, a volta de grandes nomes o incentiva a ouvir propostas ? bem remuneradas, é claro.

Como atleta de MMA, Bitetti fez sete combates, com cinco vitórias e duas derrotas. Ele esteve em dois eventos do UFC ? o 9, no qual perdeu para Don Frye, bem maior em peso e altura, e o 26, em que derrotou Alex Andrade por desqualificação - sua última luta foi em 2001, quando venceu Dennis Hallman. Com isso em mente, Amaury afirmou estar aberto a novas ofertas.

"Se me fizessem uma proposta legal, com certeza. Iria encabeçar junto com o Renzo e com o Ralph, que são excelentes lutadores. A gente nasce com isso. Então a gente está pronto pra lutar e, se a gente for bem remunerado, com certeza", declarou.

O ex-lutador também comentou as transformações que o jiu-jitsu esportivo sofreu desde 1996 e 1997, quando ele foi campeão mundial absoluto na faixa-preta. Tanto do ponto de vista financeiro quanto em relação às posições relativamente novas no esporte, Amaury vê evolução.

"Agora, com essa estrutura toda que eles têm, os caras vão chegar na lua. Da lua para os outros planetas. Não para mais. A evolução não para. É bom para a saúde, para o físico, para a mente, enfim. É bom para a vida", falou.

"O old school era diferente, mas não tenho nada contra eles , não. Eles estão fazendo a evolução deles lá, o jogo deles. Tem que cada um tentar matar uma posição para poder entrar e conseguir o objetivo, que é vencer. E para vencer você tem que saber todos os golpes. Se tem o berimbolo, se tem o 50/50, a gente tem que aprender a sair e evoluir a luta", encerrou.

Confira a entrevista na íntegra:

Esporte