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Após polêmica, 15 mil mulheres vão à final da Supercopa italiana em Jidá

16/01/2019 21h59

Jidá, Arábia Saudita, 16 Jan 2019 (AFP) - "Uma noite maravilhosa, uma festa para o esporte em um estádio cheio. Espero que seja o início de uma revolução social neste país": O presidente da Liga Italiana, Gaetano Micciche, não poupou elogios à final da Supercopa da Itália disputada nesta quarta-feira na Arábia Saudita, com a presença de 15 mil torcedoras.

Com as caras pintadas, bandeiras e cachecóis das equipes do Juventus ou Milan, 15 mil mulheres foram ao Estádio do Rei Abdullah (com capacidade para 62 mil espectadores), acompanhadas por homens adultos ou crianças.

Após a polêmica devido às restrições impostas às mulheres, que só podiam ocupar uma parte do estádio, reservada às 'famílias', a partida e o gol de Cristiano Ronaldo, com o qual a Juventus conquistou o título (1-0), podem ter derrubado barreiras.

Para Gaetano Micciche, a presença de mulheres em um estádio saudita ficará na história do país, que autorizou, pela primeira vez, sua presença em uma competição internacional.

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