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Hackers revelam que Phelps tomou substância proibida para cavalos

Reprodução/Baltimore Sun
Imagem: Reprodução/Baltimore Sun

Do UOL, em São Paulo

14/02/2017 19h13

O grupo hacker Fancy Bear publicou uma nova leva de dados presentes no sistema da Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA). Nos documentos divulgados, o nadador Michael Phelps aparece como tendo utilizado a substância gabapentina, utilizada no tratamento de epilepsia. Apesar de liberada para ser-humano, ela é proibida para cavalos pela Federação Internacional de Esportes Equestres.

O uso da substância teria acontecido em 13 de abril, quando o norte-americano participava da Arena Pro Swim Series, em Mesa (EUA), um torneio tradicional que reúne sete eventos ao longo do ano. Phleps teria utilizado três comprimidos do medicamento.

Hackers divulgam documento que mostra que Phelps tomou medicamento proibido para cavalos - Reprodução - Reprodução
Imagem: Reprodução

A primeira grande invasão aconteceu ao sistema da Wada (Agência Mundial Antidoping), em setembro do último ano. Na ocasião, quatro atletas tiveram seus dados divulgados: a ginasta Simone Biles, as tenistas Serena e Venus Williams e a jogadora de basquete Elena Delle Done.

Os documentos exibidos pelos hackers mostram que Simone Biles teria testado positivo para metilfenidato, um estimulante leve do sistema nervoso central, durante a Rio-2016 (11 de agosto de 2016). A ginasta ainda estaria tomando anfetamina por um tempo e o documento que mostra o medicamento é de 2012. 

Na divulgação dos documentos da Usada nesta terça-feira, Simone Biles foi novamente citada. A ginasta estaria tomando a substância Focalin XR, para o tratamento de déficit de atenção, com a permissão da Wada.

A hipótese utilizada pelo Fancy Bear na divulgação dos dados seria mostrar uma espécie de “doping regularizado” por parte da Wada. Na invasão de setembro de 2016, o grupo afirmou haver documentos que autorizavam atletas norte-americanos a usar medicamentos que estão na lista de substâncias dopantes da Wada.

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