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Astro do handebol admite susto, mas segue no Comitê Rio-2016: 'nem investigado eu fui'

Bruno Souza em ação nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004, contra a Grécia - AFP PHOTO / Maxim MARMUR
Bruno Souza em ação nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004, contra a Grécia Imagem: AFP PHOTO / Maxim MARMUR

Do UOL, em São Paulo

27/09/2012 09h11

Bruno Souza é o maior nome do handebol brasileiro, disputou duas Olimpíadas e foi eleito um dos jogadores da seleção do mundo por três temporadas. Aposentado das quadras, o carioca trabalha no Comitê Rio-2016 e foi um dos voluntários do Brasil em Londres-12. Apesar de ter se assustado com o roubo de informações confidenciais nos Jogos, Souza não foi investigado e mantém seu cargo.

“Eu nem necessitava estar no computador para realizar meu trabalho na Vila (Olímpica)”, declara em entrevista ao jornal Lance!. “Eu fazia parte do programa (Secondment), mas disseram para eu ficar sossegado, porque nem chamado para ser investigado eu seria”.

Nas Olimpíadas, os 14 voluntários brasileiros trabalharam como se fossem efetivos do Comitê dos Jogos de Londres-12, visavam à realização dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Após o roubo de informações vir a público, 11 voluntários foram cortados.

“O que eles faziam não era do meu conhecimento. Só soube que as pessoas que estavam ligadas à ocorrência seriam investigadas e as medidas cabíveis seriam tomadas”. No cargo desde maio, Souza tinha a função de observar procedimentos e a rotina dentro da Vila Olímpica e, posteriormente, fazer relatórios que serão utilizados para o organização dos Jogos no Rio.

“Eu continuo trabalhando numa boa. Tenho de fazer relatório de cada área operacional da Vila Olímpica: credenciais, academia, alimentação. Como Londres fez tudo perfeito, fica até difícil de igualar”, conta.

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