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CRB segura ataque da Ponte Preta, vence por 1 a 0 e encosta no G-4

24/10/2020 18h03

CRB e Ponte Preta abriram a 18ª rodada deste sábado (24) no Estádio Rei Pelé, em Alagoas. Antes da bola rolar, apenas quatro pontos separavam os clubes na tabela e agora o Galo diminuiu essa diferença para apenas um.

O CRB subiu quatro posições ao chegar aos 26 pontos e encosta no G-4. Já a Ponte, quarta colocada, permanece com os 27 pontos, mas podendo ser ultrapassada por Juventude, Confiança e Paraná.

PRIMEIRO TEMPO DE BOBEADAS DA PONTE E GOL DO CRB

Quem acompanhou a partida desde o início viu um jogo de movimentação e pouca paralisação por faltas ou bola parada. CRB e Ponte Preta seguiram as instruções de seus agitados técnicos na beira do campo e jogaram com muita intensidade, sendo que quem assustou primeiro foi a Macaca. O atacante Bruno Rodrigues pegou a bola na entrada da área e chutou forte e colocado, a redonda bateu na trave e Victor Souza ficou com ela em seguida.

O CRB tinha começado o jogo com mais presença no ataque, enquanto a Ponte Preta se organizou melhor para fazer a subida e levou mais perigo. Além da bola na trave, Moisés teve uma oportunidade de marcar, mas preferiu cavar o pênalti e o árbitro não foi na dele. O técnico Marcelo Oliveira reclamou com seu jogador para fazer valer a chance que teve, talvez prevendo o que aconteceria mais tarde.

Aos 23 minutos, Diego Torres aproveitou a bobeada da defesa da Ponte Preta e cobrou rápido uma falta. Com a defesa da Macaca desarrumada, Pablo Dyego balançou as redes após o goleiro Ivan não cortar o cruzamento. Após o gol, o CRB se tranquilizou mais na partida e passou a trocar mais passes. A Ponte tentou se impor, mas parou na forte marcação dos alagoanos.

O jogo foi de muita posse de bola das duas equipes. Durante quase todos os 45 minutos tanto CRB quanto Ponte tiveram média de 50% com a bola nos pés.

SEGUNDO TEMPO DE PRESSÃO EM 'VÃO' DA PONTE PRETA

Na volta do intervalo, Marcelo Oliveira trocou o pendurado Barreto e colocou Bruno Reis. Volante por volante. A intensidade do jogo daquele início do primeiro tempo não foi a mesma na etapa final, o CRB trocou passes sem criar oportunidades nos primeiros dez minutos, enquanto a Ponte chegava sem nenhum perigo.

Na beira do gramado, Marcelo Cabo não parava de gritar para orientar sua equipe. Não era para menos, já que a Ponte Preta era quem mais tentava trabalhar a bola no ataque com 54% de posse de bola até a metade do primeiro tempo. O CRB não conseguia controlar o jogo no sistema ofensivo como aconteceu no primeiro tempo, e a agitação do treinador do Galo era para atentar seus jogadores.

A Ponte Preta viu o bom momento no jogo e tirou o lateral Léo Pereira e colocou o meia Camilo. E para renovar o novo gás no ataque, Marcelo Oliveira também tirou Moisés e colocou Osman. Marcelo Cabo reagiu ao reforçar a defesa com Ewerton Páscoa e Thiaguinho para as saídas de Igor e Gum, respectivamente. O jogo seguiu ataque, dos paulistas, contra defesa, dos alagoanos. Já na reta final a Ponte aumentou sua posse de bola para 67%.

Mesmo com a pressão feita durante todos os 45 minutos finais, a Ponte Preta não conseguiu nem mesmo igualar o placar e acumulou sua terceira derrota consecutiva.

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