PUBLICIDADE
Topo

Jornal turco coloca Fabinho, do São Paulo, na mira do Galatasaray

Fabinho, atacante do São Paulo formado em Cotia - Rubens Chiri/saopaulofc.net
Fabinho, atacante do São Paulo formado em Cotia Imagem: Rubens Chiri/saopaulofc.net

06/06/2020 14h01

Durante a última semana, o jornal turco Sabah Sports revelou que o Galatasaray, um dos principais clubes do país, tem interesse na contratação de Fabinho, cujo contrato com o São Paulo termina no fim de junho. O jogador já poderia assinar com outra equipe, mas o Tricolor se protegeu em relação a times brasileiros e deve receber um valor pelo possível negócio.

Segundo o diário da Turquia, o Galatasaray entrou na briga pela contratação do atacante com o Anderlecht e com o Club Brugge, ambos da Bélgica. Ainda na publicação, haveria interesse também de clubes do Japão e da Itália,

Em qualquer desses casos, segundo uma regra da Fifa válida para atletas menores de 21 anos, o Tricolor terá direito a uma indenização proporcional ao período que ele passou no clube, que pode chegar a 90 mil euros por ano a serem pagos pelo clube que o contratar. Fabinho completará 21 anos em novembro e seu contrato com o São Paulo termina em 30 de junho.

Fato é que o clube já não conta com a permanência de Fabinho após o término do vínculo. O jogador recusou todas as propostas de renovação feitas pelo Tricolor. Ele vinha treinando com o grupo profissional desde janeiro, sendo que atuou duas vezes, uma em 2019 e outra em 2020.

A última das propostas, com valores considerados baixos, foi registrada oficialmente no sistema da Federação Paulista recentemente. Embora a recusa seja quase óbvia, foi uma forma encontrada pelo Tricolor para se proteger, já que a Lei Pelé garante ao clube formador o direito de preferência. Se qualquer time do Brasil apresentar uma proposta a Fabinho, o São Paulo poderá cobrir.

O atacante, maior campeão da era Cotia com 12 taças, é agenciado pelo mesmo escritório que cuida da carreira de Antony, e a ideia era uma renovação nos mesmos moldes do camisa 11 quando subiu. O São Paulo, no entanto, entende que os jogadores não são do mesmo patamar. O clube também não quis ceder um percentual dos direitos ao atleta, outra opção levantada.

São Paulo