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Gustavo Henrique revela o que o levou ao Flamengo e emoção com o primeiro gol

05/04/2020 14h45

Uma das primeiras contratações do Flamengo para esta temporada, Gustavo Henrique estava em busca da vaga deixada por Pablo Marí na equipe titular, antes das paralisações. Ele foi recrutado pelo clube após o seu vínculo com o Santos ter chegado ao fim, em dezembro de 2019.

E Gustavo Henrique, em entrevista à FLA TV, concedida na noite da última sexta-feira, revelou os principais motivos que o levaram ao Flamengo:

- Foi o primeiro clube que demonstrou interesse, e eu fiquei muito feliz. Dei prioridade por causa da torcida, do Maracanã lotado, o elenco que tem. Tudo isso te motiva cada vez mais. Eu precisava sair, de novos ares. Já estava decidido. Não ia deixar essa chance passar.

Até aqui, o camisa 2 soma dez jogos pelo Flamengo, todos como titular - ficou no banco contra a Portuguesa-RJ, o último compromisso antes do congelamento do calendário por conta da pandemia do novo coronavírus.

Além disso, Gustavo Henrique, com vínculo até dezembro de 2023, já marcou um gol pelo Fla, que se deu contra o Barcelona-EQU, pela Libertadores, no Maracanã. Ele definiu a experiência como "inexplicável":

- Sensação muito especial entrar num campo histórico como o Maracanã. Todo jogador sonha com isso, eu não sou diferente. Você entra e sente o calor da torcida. Isso nos anima e motiva cada vez mais para que a gente possa dar cada vez mais felicidade para eles. A sensação de marcar um gol com 60, 70 mil pessoas é inexplicável. Eu fiz esse gol e fiquei muito feliz, muito emocionado. Estava buscando muito esse gol - disse, ao canal oficial do clube no YouTube.

Confira outros temas da entrevista:

QUARENTENA

- A gente recebeu férias. Vai ter que alongar o calendário. Sempre importante manter o condicionamento físico. Procuro fazer um trabalho à parte dentro de casa mesmo. Monto um espaço aqui, com uns pesos, faço trabalho de mobilidade e força. Para que quando a gente voltar, não tenha perdido este condicionamento inteiro, para que a gente possa manter uma boa base para não sofrer lá na frente.

PARCERIA COM RODRIGO CAIO

- Joguei com ele na seleção. É um grande jogador. Perguntei a ele como foi essa mudança, se realmente era bom o ambiente de trabalho. Ele falou que podia vir de olhos fechados. Isso me deixou mais tranquilo. É um exemplo, porque ele saiu de um clube onde jogou muito tempo. Chega uma hora que você precisa buscar novos ares. Só espero neste novo clube dar muita alegria para a torcida.

ESTREIA PELO SANTOS (CONTRA O FLA)

- Foi meu primeiro jogo como profissional (contra o Flamengo). Na época o Santos estava na semifinal da Libertadores, e eu já estava participando dos treinos. Na época era o professor Muricy (Ramalho). Ele me deu oportunidade, jogou um time chamado reserva. Eu lembro que a gente perdeu de 1 a 0, mas eu fiz um grande jogo (em 2012), marcando o Vagner Love. Recebi vários elogios do Muricy. Tomamos gol aos 45 do segundo tempo, de pênalti.

REENCONTRO COM AMIGOS NO FLA

- Foi muito bacana. Eu pude jogar com eles (Gabigol e Thiago Maia; além de Bruno Henrique) no Santos, vendo o crescimento deles também. Já vi que eram dois ótimos jogadores, muito promissores, que buscaram seu espaço com muita humildade. Hoje estão aí não é à toa, porque ralaram muito. São amigos meus, que levo até hoje. Estamos podendo jogar juntos no mesmo time, esperamos conquistar cada vez mais.

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