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Diego Cerri é o favorito para assumir a direção do futebol no Palmeiras

07/12/2019 07h00

Diego Cerri, hoje no Bahia, é o nome mais forte para assumir a diretoria de futebol do Palmeiras. O clube também conversa com Rodrigo Caetano, mas a tendência é de que este cumpra seu contrato com o Internacional. Assim, o caminho começa a clarear para a escolha do substituto de Alexandre Mattos, demitido no último domingo.

Aos 44 anos de idade, Cerri está no Bahia desde 2016, quando chegou como gerente de futebol. No início de 2017 tornou-se diretor do Tricolor de Aço, sendo que antes teve passagens como dirigente por Ceará, Red Bull, Grêmio Prudente e Grêmio Barueri. O início de sua carreira foi como auxilar e depois técnico, mas já são 12 anos trabalhando como executivo.

Depois de analisar o mercado, o Palmeiras decidiu que ele e Rodrigo Caetano eram os melhores nomes para esta nova etapa da gestão do futebol, com um executivo sem tantos poderes. Caetano renovou recentemente seu contrato até o fim de 2020 com o Internacional e se reuniu com o Verdão. Ele conseguiu, contudo, autonomia no Colorado e foi peça importante para contratar o técnico argentino Eduardo Coudet, que assume no ano que vem.

Além de já ter sofrido com forte rejeição nas redes sociais, Rodrigo Caetano encontraria um outro cenário no Palmeiras. Diferentemente do que acontecia sob a gestão de Mattos, a ideia é de que o comando do futebol seja descentralizado, inclusive com a criação de um comitê gestor, que trabalhará acompanhado de perto os passos dados na Academia de Futebol.

Devem fazer parte deste comitê os vice-presidentes Paulo Roberto Buosi, Alexandre Zanotta e José Eduardo Caliari, além do diretor financeiro Davi Gueldini. Cícero Souza, gerente contratado em 2014 em vaga que Cerri chegou a disputar, permanece no clube. Por enquanto, as únicas saídas foram de Mattos e de Mano Menezes.

Para o cargo do técnico, o nome de consenso é o de Jorge Sampaoli. Na quinta-feira houve uma primeira reunião com o estafe do treinador do Santos, que tem contrato por mais um ano, mas já indicou que deve sair, diante do desgaste interno. Esta negociação, contudo, só devem ter avanços ao término do Campeonato Brasileiro.

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