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Homenageado no Peixe, Gabigol diz que 'obviamente' há chances de ficar

30/10/2018 16h41

O atacante Gabriel concedeu entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, no CT Rei Pelé, e falou sobre o que pensa para seu futuro. Feliz com o ótimo momento no Santos, o Menino da Vila rebebeu uma placa das mãos de Renato, Victor Ferraz e Alison, em homenagem ao gol de número 12.500, marcado no último domingo, contra o Fluminense, na Vila Belmiro.

- Muito feliz. É uma marca muito grande para o Santos, time onde eu comecei a jogar, onde só tem coisas boas a falar. Agradeço ao estafe, aos jogadores por virem, ao presidente pela placa e a Deus pelo momento e por esse gol. Que eu receba outras placas e quem sabe meu rostinho no muro também - brincou.

Artilheiro do Brasileirão com 16 gols, Gabigol tem contrato com o Peixe até o final da temporada, quando, muito provavelmente, retorna à Inter de Milão, da Itália. Questionado sobre seu futuro, disse preferir esperar o ano acabar e falou do sonho em brilhar na Europa, mas, mesmo assim, garantiu que "obviamente" há chance de permanecer no Alvinegro.

- Tem, obviamente que tem (chance de ficar). Pelo que eu sei, presidente também me quer. Tem muito tempo, foco nos jogos que faltam e depois conversamos. Estou muito feliz, mas também há o sonho de jogar na Europa. Não só depende de mim, tem Santos, Inter, no começo do ano foi complicado, não é fácil, mas é melhor esperar os jogos que faltam e conversar com todos no fim do ano para resolver - ponderou o camisa 10.

Gabriel ponderou que não era seu objetivo ser o artilheiro da equipe quando retorno ao Santos. Mesmo assim, agora quer aproveitar o momento e deixar sua marca em confronto contra o Palmeiras, marcado para o próximo sábado, às 19h, no Allianz Parque, pela 32ª rodada do Brasileirão. O garoto afirmou que não há nenhum tipo de preparação especial para o jogo. O segredo é agir naturalmente antes e durante o jogo.

- Eu, particularmente, faço do mesmo jeito, me dedicar em campo, na academia, fazendo as coisas da melhor forma. Descansar, me alimentar, é natural. É clássico, importante, duas equipes de muita qualidade. Mas minha preparação é normal. Não era objetivo, queria muito mais jogar, retomar confiança, ter sequência, aproveitar da melhor maneira e as coisas têm dado certo. As coisas têm acontecido, influenciou no começo, sem ritmo, alguma coisa assim - completou.

Confira outros pontos da entrevista coletiva de Gabigol:

Libertadores 2019

Tento não pensar muito, aproveitar treinos e jogos ao máximo. Faltam sete jogos, podemos buscar muitas coisas e foco nisso, não no individual. Treino e me dedico para ajudar. Podermos conquistar coisas grandes, o foco maior é isso.

Gabigol de Jair x Gabigol de Cuca

Mudou nada. Taticamente algumas coisas mudam, cada técnico pensa de uma forma, mas minha pessoa e meus treinamentos, minha dedicação e alegria, não mudaram. Só aumenta, tenho estado muito feliz nos treinos e jogos. Aprendo a cada dia, não mudou muita coisa, não. Continuo sendo o mesmo, as coisas deram certo, temos vivendo tempo iluminado.

Ser o camisa 9

A gente tem esse camisa 9, Felippe Cardoso, Yuri Alberto, eu de certa forma, obviamente com características diferentes. Me dá liberdade para cair pelas beiradas, jogadores têm entendido mais as funções quando eu saio da área e entram. Segundo gol contra o Inter, centroavante era o Bruno Henrique. Entrosamento cresce, taticamente melhoramos, é crescimento de todos e não só meu. É entendimento meu e dos outros. Tenho a ver com isso, Cuca fala muito, mostra vídeos, me dá liberdade e as coisas têm dado certo para mim e para todos.

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