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STJD julga Felipão, por 'incitar ódio e violência', e Mattos nesta sexta-feira

25/10/2018 17h12

Luiz Felipe Scolari e Alexandre Mattos podem ser punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta sexta-feira. Os dois serão julgados por conta de ações em partidas contra o Cruzeiro, no mês passado, tanto pela Copa do Brasil quanto pelo Brasileiro, e já foram denunciados também por insinuações a respeito do árbitro da vitória por 2 a 1 sobre o Ceará, no último domingo, no qual o time teve quatro jogadores suspensos.

Na sessão, prevista para as 10h desta sexta-feira, Felipão será julgado porque, em 26 de setembro, quando empatou por 1 a 1 diante do Cruzeiro, pela Copa do Brasil, o técnico foi para os vestiários dizendo "Vocês vão lá domingo, podem esperar sentadinhos". A Procuradoria o denunciou por incitar ódio e violência e, por isso, a suspensão prevista é de 360 a 720 dias e multa entre R$ 100 e R$ 100 mil.

Já Mattos será julgado por reclamar com a arbitragem no intervalo da vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, no Pacaembu, no último dia 30, após ser marcado pênalti por um toque de mão de Gustavo Gómez fora da área. O diretor de futebol foi denunciado por desrespeito ao cometer reclamação acintosa, sendo prevista a suspensão por 15 a 180 dias.

Ainda por conta da partida do dia 30, o Palmeiras será julgado por confusão envolvendo os seguranças do clube e do Cruzeiro. O Verdão foi denunciado por infração em dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD): artigos 191, inciso III (deixar de cumprir o regulamento) e no artigo 213, inciso I (deixar de prevenir e reprimir desordens). Cada um dos dois artigos prevê multa de até R$ 100 mil.

Denúncia por jogo contra o Ceará - A Procuradoria do STJD também denunciou Felipão e Mattos por insinuarem que o árbitro André Luiz de Freitas Castro puniu Bruno Henrique, Mayke e Lucas Lima com cartões amarelos no domingo, diante do Ceará, por saber que estavam pendurados e, assim, cumpriram suspensão neste sábado, contra o Flamengo.

A punição para cada um dele pode chegar a seis partidas, mas o julgamento desses dois casos ainda não está marcado.

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