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Em meio à crise, Jair vive drama para armar ataque do Corinthians

Bruno Riganti/AGIF
Imagem: Bruno Riganti/AGIF

25/10/2018 05h10

A crise do Corinthians está aberta. O time flerta com a zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro - tem apenas três pontos a mais que o Vitória, primeiro a figurar na degola. O técnico Jair Ventura busca soluções para retomar o caminho das vitórias, mas as dificuldades só aumentam. Para o duelo deste sábado contra o Bahia, na Arena, o comandante vive um drama para montar o setor ofensivo, o mais deficiente do time até o momento, visão admitida até pela comissão técnica.

Jair não poderá contar com Clayson e Roger, suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Roger anotou gol no empate por 2 a 2 contra o Vitória no último domingo. Para se ter uma ideia, ele é o único atacante do time a ter marcado com o novo treinador no Campeonato Brasileiro. Antes do Vitória, o centroavante havia anotado em 5 de setembro na derrota de 2 a 1 para o Ceará, ainda sob o comando de Osmar Loss.

Além das baixas, Jair ainda ganhou outro problema: Jadson. Principal jogador da equipe e artilheiro de sua era com três gols, o camisa 10 deixou o treino desta quarta no aquecimento e virou dúvida para o confronto. Sem ele, Jair vive um drama e teve de inovar para montar o setor ofensivo.

O técnico testou dois jogadores que ainda não atuaram no Brasileiro como titulares: o paraguaio Sérgio Díaz e Danilo, que está prestes a se aposentar, aos 38 anos. Além disso, Romero e Pedrinho, que completam o ataque, não vivem bom momento. Romero não faz um gol desde o dia 1 de agosto, na vitória de 1 a 0 sobre a Chapecoense pela Copa do Brasil. Já Pedrinho tem oscilado muito e ainda está convivendo com a pressão de seu empresário, que já acenou com a saída dele do clube.

Nesta quinta-feira, Jair Ventura vai aprofundar a formação do time. Fica a expectativa para saber se Jadson terá condições e também Emerson Sheik, que foi preservado da atividade nesta quarta. Além disso, ele ainda tem Mateus Vital e o centroavante Jonathas como opções que vêm sendo utilizadas no setor ofensivo. Eles, porém, também estão em baixa.

O Corinthians precisa de gols, mas não está sabendo de onde tirar. Os problemas só aumentam.

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