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Bruno Henrique quer usar a energia do 'Aeroporco' no jogo da Bombonera

23/10/2018 13h35

Bruno Henrique quer usar a boa energia recebida no "Aeroporco" da torcida do Palmeiras nesta quarta-feira, quando enfrentar o Boca Juniors (ARG), às 21h45, pela primeira semifinal da Libertadores, na Bombonera. O camisa 19 agradeceu o apoio recebido por centenas de palmeirenses que recepcionaram a delegação no embarque para a Argentina.

- A festa no aeroporto foi fantástica, uma energia grande e positiva que eles nos passaram. Ficamos muito felizes e a energia que eles passaram queremos levar a campo para dar presente a eles, de fazer um grande jogo, trazer um grande resultado a São Paulo e passar à final da Libertadores, que é o que a gente espera - afirmou.

Este não será o primeiro confronto entre Boca e Verdão na Bombonera. Na fase de grupos, as duas equipes se enfrentaram, e o Palmeiras venceu por 2 a 0, ainda sob o comando de Roger Machado. Para Bruno, os jogos serão bem diferentes e não há favorito nesta semi.

- Não dá para falar em favoritismo, uma competição que é mata-mata o favoritismo é difícil colocar em campo. O Boca é uma equipe grande, a gente sabe a grandeza do clube e sabemos que não tem favoritismo. Quando a bola rolar teremos de fazer muita coisa para passar à final - completou.

Depois do confronto desta quarta, os dois times se reencontram na semana que vem, no Allianz Parque. Diferentemente da Copa do Brasil, o gol fora de casa é critério de desempate na Libertadores. Quem avançar deste duelo, vai enfrentar ou River Plate (ARG) ou Grêmio.

Veja outras respostas de Bruno Henrique:

- Postura do time:

A postura do time tem de ser a mesma da Libertadores fora de casa, fazer um jogo frio, entrar muito motivado, sabendo que é difícil jogar aqui, mas sabendo a qualidade do nosso time. Intenso na marcação, mas jogar quando tiver a bola, temos jogadores rápidos e de qualidade que podem decidir para a gente.

- Vitória na fase de grupos:

Tivemos uma vitória neste ano aqui, sabemos que é difícil jogar aqui. Era Libertadores, mas o Boca era diferente, nós também, era outro momento. Estamos jogando mata-mata, uma semifinal, então não vai ser um jogo igual ao daqui. Fica uma lição de que temos de entrar ligados e focados. O Boca é agressivo jogando na sua casa, temos de ter cuidado, fazer uma marcação forte, o Boca tem jogadores de qualidade, então temos de ter cuidado, e jogar quando tivermos a bola. Foi o que fizemos aqui, esperamos fazer isto novamente para sair com um bom resultado.

- Medo de o VAR prejudicar:

Não podemos tirar o pé, não podemos pensar se o VAR pode prejudicar a nós ou ao Boca. Temos de pensar só em jogar, fazer o que temos feito. VAR, arbitragem e bastidores é com a diretoria e nós, jogadores, estamos 100% focados. Esperamos que o árbitro possa fazer uma boa partida amanhã.

- Chance de ter eliminado o Boca na fase de grupos:

Não demos vida ao Boca, jogamos pelo que tínhamos de jogar. Todo jogo entramos para jogar, por isso passamos em primeiro da chave. Se o resultado ajudou diretamente eles, foi porque eles mereceram. Nem pensamos nisso, ficamos felizes por estarmos na semifinal contra o Boca, em um jogo tão grande quanto este.

- O que fazer na Bombonera:

O trabalho que o Felipão vem desempenhando conosco, o que ele pede principalmente fora de casa, que são jogos fundamentais para dar uma condição melhor em casa. É um jogo que temos de entrar muito motivados, temos de entrar para jogar bola, esquecer o externo. É uma coisa que ele trabalha com a gente, focado com o jogo, com marcação agressiva, forte, e aproveitar contra-ataques para fazer o gol, porque temos jogadores na frente que podem decidir para a gente.

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