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Meta da gestão, Libertadores segue como um 'sonho distante' para o Fla

30/08/2018 14h30

"No futebol, conquistar a Taça Libertadores da América": traçada como uma das sete metas para o triênio 2016-2018 pelo grupo "SóFLA", para o segundo mandato de Eduardo Bandeira de Mello, o título continental não deixou de ser um sonho distante para o Flamengo, eliminado pelo Cruzeiro, nas oitavas de final, na última quarta. As últimas participações na Copa não corresponderam aos investimentos feitos pelo clube, muito menos à expectativa dos torcedores.

Em 2016, o clube sequer participou da competição. No ano seguinte, já com o elenco considerado um dos melhores do Brasil, o Rubro-Negro foi eliminado de forma vexatória: queda na fase de grupos, perdendo todos as partidas fora de casa. Neste ano, a classificação para as oitavas de final veio, mas as atuações no Rio de Janeiro deixaram a desejar: empates com River Plate (ARG) e Santa Fe (COL) - em jogos sem a presença da torcida - e vitória sobre o Emelec (EQU).

Nas oitavas de final, o Cruzeiro aproveitou a atuação ruim do time de Maurício Barbieri no jogo de ida, venceu por 2 a 0 no Maraca e abriu grande vantagem. No Mineirão, coube à equipe de Mano Menezes resistir à pressão do Fla, que não esteve tão próximo de conseguir o placar que necessitava. O gol de Léo Duarte, já na etapa final, foi a única chance de gol clara do Rubro-Negro.

Além de estar registrado no planos de metas do grupo "SóFLA", apresentado antes das eleições presidenciais no fim de 2015, o desejo de conquistar a Taça Libertadores também foi exaustivamente debatido nas entrevistas de técnicos, dirigentes e do próprio presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello. A competição sempre foi tratada como prioridade pelo clube nos últimos anos.

Os fracassos na Libertadores, no entanto, marcam a "Era Bandeira de Mello", que chegará ao fim nesta temporada. O atual mandatário, reeleito uma vez, não pode se candidatar e apoiará Ricardo Lomba, hoje VP de futebol do Fla.

Em 2014, o Flamengo não avançou na fase de grupos, ficando em terceiro lugar na chave em que se classificaram Bolívar (BOL), com 11 pontos, e Léon (MEX), 10 pontos. O Emelec foi o lanterna com seis, um a menos que o Rubro-Negro.

Durante a presidência de Eduardo Bandeira de Mello, o Flamengo conquistou três títulos: a Copa do Brasil de 2013, e duas edições do Carioca, 2014 e 2017. Até o fim da gestão, o Rubro-Negro ainda tem chances de conquistar outros dois troféus. No Campeonato Brasileiro, o time de Barbieri é o terceiro lugar, quatro pontos atrás do líder São Paulo. Na Copa do Brasil, o Flamengo terá pela frente o Corinthians na semifinal. Na outra chave estão Palmeiras e Cruzeiro.

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