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Moisés Ribeiro e Guerrero não são os únicos! Relembre outros casos de doping no futebol

24/08/2018 16h02

Nesta quarta-feira, Moisés Ribeiro, da Chapecoense e Paolo Guerrero, do Internacional, foram afastados do futebol por um período considerável. O volante da Chape foi condenado a dois anos de suspensão pelo Tribunal Disciplinar da Conmebol por conta de doping flagrado em partida disputada pela Libertadores, no início de fevereiro. A substância identificada no exame foi o corticoide.

Já o peruano teve seu efeito suspensivo revogado pela Justiça da Suíça e só voltará a atuar em maio de 2019. Suspenso por 14 meses após ter sido pego no exame antidoping por ingerir uma substância com o metabólico da cocaína, o atacante vinha atuando por conta de uma liminar concedida pela Justiça Federal da Suiça. Guerrero tinha acabado de assinar contrato com o Internacional por três temporadas e nem chegou a entrar em campo.

Jogadores suspensos por doping não é algo tão raro no futebol. Na última década foram pelo menos oito casos marcantes. E as punições não costumam ultrapassar o período de um ano, a não ser que o atleta se recuse a realizar o exame ou uma contraprova. De Alan Ruschel a ídolo do Shakhtar Donetsk, o LANCE! relembra alguns nomes que caíram no doping recentemente. Confira abaixo:

Dupla do River Plate

O zagueiro Lucas Martínez e o meia Camilo Mayada foram flagrados no exame antidoping, em maio de 2017, pelo uso de OXA B12, um relaxante muscular que atua para mascarar outras substâncias. A Conmebol puniu a dupla do River em sete meses.

Darijo Srna

O croata e ídolo do Shakhtar Donetsk chegou a suspender temporariamente sua carreira depois de ter sido pego no doping, em teste realizado pelo NADCU (Centro Anti-Doping da Ucrânia), em março de 2017. A princípio, a substância proibida não foi divulgada, mas depois descobriu que se tratava do hormônio desidroepiandrosterona. Visando sua reputação, Srna optou por não jogar enquanto não resolvesse esse processo. Foram 17 meses de punição.

Julio César Cáceres

Com passagens pelo Boca Juniors e Atlético-MG, o zagueiro paraguaio foi suspenso por um ano pelo uso da substância octopamina, que estimula a quantidade de hormônios no corpo. Cáceres chegou a ser punido por quatro anos depois de ter se negado a realizar uma contraprova, mas o tribunal voltou atrás. O jogador está sem clube atualmente.

Fred

O volante foi punido pela Conmebol com suspensão de um ano por ter sido pego no exame antidoping durante a Copa América de 2015. A substância detectada no teste é a hidroclorotiazida, utilizada para o tratamento da hipertensão arterial. A punição teve validade apenas para jogos organizados pela entidade que comanda o futebol sul-americano.

Jobson

O atacante foi pego no antidoping em 2009, por uso de cocaína. Jobson chegou a admitir que usava crack na época e foi suspenso por dois anos pelo STJD. Em sequência, a pena caiu para seis meses. O problema maior veio em 2015. A Fifa aceitou o pedido da federação árabe por ele ter se recusado a realizar o exame de doping na época em que defendia as cores do Al Ittihad, entre 2013 e 2014, e suspendeu o brasileiro por quatro anos.

Doping no Beira-Rio

O Internacional contratou o jogador em 2014, mas o caso de doping aconteceu antes mesmo de Alan Ruschel chegar ao Beira-Rio. Quando defendia as cores da Chapecoense, foi pego no exame pelo uso da substância hidroclorotiazida. Foi suspenso pela Fifa por sete meses.

Em 2015, mais uma vez o Inter esteve envolvido em problemas com doping. Nilton e Wellington testaram postivo para as substâncias hidroclorotiazida e clorotiazida. Ambos foram suspensos por cinco meses.

Magrão

O ex-volante também caiu no exame antidoping em 2015. Quando jogava pelo Novo Hamburgo, Magrão foi pego com níveis elevados de HCG,um hormônio feminino. Após a divulgação do exame, o jogador revelou que tratava de um câncer há cinco anos. Ele optou em se aposentar logo em seguida do doping.

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