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Corinthians fica mais compacto no 4-2-3-1, mas ainda sofre no ataque

20/02/2018 06h00

O técnico Fábio Carille voltou a escalar o Corinthians no 4-2-3-1, esquema predominante nos títulos paulista e brasileiro de 2017. A equipe ficou mais compacta, mas novamente sofreu para levar perigo ao adversário.

No empate por 1 a 1 com o Red Bull Brasil, Renê Júnior teve boa atuação em seu primeiro jogo oficial pelo Corinthians. O volante, que pode ser usado mais à frente, substituiu Gabriel à altura, com bons desarmes e cortes, além de não ter errado nas saídas de bola.

Por outro lado, Camacho destoou no meio de campo. No lugar de Jadson, ele não conseguiu ajudar na armação das jogadas. Maycon entrou e vinha bem, mas teve de ser deslocado para a lateral esquerdo após a saída de Juninho Capixaba.

Com dois volantes, o Corinthians praticamente não sofreu e deu poucos espaços ao Red Bull Brasil. Compacto, o time viu o gol sair em um lance bizarro, após cruzamento pela esquerdo e desvio de Capixaba contra.

Se por um lado o Corinthians evoluiu defensivamente, por outro o ataque continuou a sofrer para criar as jogadas. Rodriguinho voltou a atuar mais perto da área e participou dos lances, com Romero e Clayson abertos em cada ponta e Júnior Dutra se movimentando a todo instante. No entanto, os erros de passes (45 contra o Red Bull Brasil, a média da equipe no Paulistão) novamente travaram o Timão. Outro problema, mais uma vez escancarado, foi a lateral esquerda com Juninho Capixaba.

Dá para contar nos dedos as boas chances do Corinthians: Rodriguinho e Clayson, nos primeiros minutos de jogo, Fagner duas vezes no segundo tempo, o gol de Clayson e o gol de Rodriguinho erradamente anulado por falta de Sheik. Ou seja, o Corinthians assustou seis vezes em mais de 90 minutos. Muito pouco para o atual campeão brasileiro contra o Red Bull Brasil. Ainda mais se for pensar na sequência do Timão: Dérbi, estreia na Libertadores e clássico contra o Santos. É preciso evoluir...

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