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Presidente do Santos justifica comissão milionária por Geuvânio

Geuvânio foi negociado com o Tianjn Quanjian, da China, no começo deste ano - Alexandre Vidal/Divulgação
Geuvânio foi negociado com o Tianjn Quanjian, da China, no começo deste ano Imagem: Alexandre Vidal/Divulgação

22/07/2016 08h00

O presidente do Santos, Modesto Roma Júnior, deu explicações ao Conselho Deliberativo na última quinta-feira a respeito da comissão de R$ 2.942.214,00 paga a intermediários após a venda do atacante Geuvânio par ao Tianjin Quanjian, da China, em janeiro.

Após ser cobrado por conselheiros, o dirigente se justificou alegando que, conforme regras da Fifa, o clube beneficiário deve pagar 6% do valor total da negociação.

- O Santos pagou 660 mil euros, 6% do valor. Pagou porque, no regulamento da Fifa, é beneficiário do valor. Quando prestou contas com a empresa IGG, foi descontado esse valor. Eles repassaram ao Santos 9% do valor. No caso da Doyen, também foi feito depósito judicial - afirmou Modesto.

Geuvânio foi vendido por R$ 48 milhões (11 milhões de euros). O Peixe, detentor de 35% dos direitos do jogador, ficou com 35% do valor mais 9% dados pela empresa IGG, que tinha outros 30% do ex-camisa 11.

A empresa que recebeu a comissão é a Lets Goal. A maior contestação do Conselho Fiscal foi que, na reunião que selou a venda do jogador, não havia membros da empresa de acordo com um dos membros do órgão do Conselho.

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