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Palmeiras só evita pior primeiro turno desde 2015 se vencer Atlético-GO

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

24/10/2020 07h00

Nas últimas temporadas, o Palmeiras se acostumou a disputar as primeiras posições do Campeonato Brasileiro, com direito a títulos em 2016 e 2018. Na atual edição do torneio, entretanto, o Verdão apresenta irregularidade e pode ter o seu pior primeiro turno dos últimos cinco anos.

Com 16 jogos disputados até aqui, o Palmeiras soma 22 pontos e aparece na oitava colocação. Com mais três jogos para disputar até o fim do turno, a equipe pode chegar, no máximo, a 31 e repetir a pontuação de 2015 no mesmo momento da competição. Ao final daquele ano, o clube terminou na nona colocação com 53 pontos.

Desde então, o Palmeiras sempre brigou nas cabeças e teve campanhas melhores na primeira metade do campeonato. Em 2016, ano de título, teve o melhor retrospecto dos primeiros 19 jogos com 36 pontos. No ano seguinte, terminou com 32, valor superado em 2018, quando foi novamente campeão. Naquela edição, fez 33 pontos no turno. Já em 2019, o Verdão terminou o primeiro turno com 39, atrás apenas do Flamengo. Ao final da temporada, acabou em terceiro lugar.

Dessa forma, se não vencer o Atlético-GO, neste domingo, às 16h, o Palmeiras já confirma o seu pior primeiro turno desde 2015. Em caso de empate, a equipe chegaria a, no máximo, 29 pontos. Já se perder, a maior pontuação possível passa a ser de 27.

Em 2014, quando o clube só se salvou do rebaixamento na última rodada, a pontuação do primeiro turno foi de apenas 18 pontos. Já em 2012, ano do rebaixamento do clube, a equipe fez 16 nos primeiros 19 jogos. A pontuação de momento em 2020 já supera as duas campanhas.

Vale lembrar que, apesar da goleada no meio de semana pela Copa Libertadores, o Palmeiras vem de quatro derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro. Para espantar a má fase e tentar vencer o Atlético-GO, o interino Andrey Lopes deve mexer na equipe, com as entradas de Luan, Patrick de Paulo e Rony, nas vagas de Gustavo Gómez, Danilo e Gabriel Veron.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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