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José Trajano: Keno estava devendo e ontem salvou a pátria no Atlético-MG

Do UOL, em São Paulo

20/05/2021 12h10

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O Atlético-MG foi o único clube brasileiro a vencer na rodada da Libertadores, com um gol aos 45 minutos do segundo tempo marcado por Keno, jogador que foi decisivo no período de Jorge Sampaoli, mas não vinha tendo o mesmo destaque na temporada atual sob o comando de Cuca.

Em sua participação no programa UOL News Esporte, com Domitila Becker, José Trajano afirma que o jogador estava devendo, além de analisar a dificuldade do time atleticano em se acertar mesmo tendo um elenco tão cheio de estrelas desde a temporada passada.

"Na época do Sampaoli já era um elenco estrelado, cheio de jogadores à disposição e não conseguiu se impor. Chegou a liderar o campeonato, havia uma expectativa que fosse ganhar o Brasileiro e foi descendo, descendo e descendo. Recebeu reforços, principalmente do nosso Hulk, que anda fazendo gols lá no Atlético-MG", afirma Trajano.

"O Keno estava devendo, porque o Keno em determinado momento foi o grande jogador do Atlético-MG. Ele que salvava a pátria do Atlético-MG na época do Sampaoli e de uns tempos para cá não é mais aquele Keno, mas ontem salvou a pátria brasileira, vamos dizer assim, porque foi o único time brasileiro a ganhar", completa.

O Galo volta a campo no sábado para enfrentar o América-MG na decisão do título mineiro e Trajano afirma que gosta do trabalho do técnico Lisca, considerando que há um preconceito com ele devido ao apelido de Lisca Doido.

"Mas eu gosto muito do time lá do Lisca Doido. Eu acho que o América-MG merece, não é tão poderoso, tem torcida, mas não tem tanta torcida feito o Galo, não é tão badalado, mas vem de uns meses para cá, anos para cá, dando gosto, alegrando a sua torcida, graças principalmente a esse trabalho do Lisca Doido, que eu acho que é um técnico que sofre preconceito talvez pelo nome Lisca Doido. Se ele fosse Lisca Feliz, Lisca Querido, já tinha arranjado emprego em um time de mais nome", conclui.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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