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Dez brasileiros que estão defendendo outras seleções por aí

Do UOL, em São Paulo

30/03/2016 06h00

Os jogadores brasileiros estão conseguindo vaga em seleções de diferentes países. Até na Rússia tem representante do futebol pentacampeão. O Qatar é outro exemplo, com o meia Rodrigo Tabata, velho conhecido dos torcedores de Santos e Goiás. A Itália é outro reduto famoso. Veja mais casos de brasileiros nos planos de seleções estrangeiras.

Brasileiros 'gringos'

  • AFP PHOTO/EMMANUEL DUNAND

    Diego Costa (Espanha)

    O atacante que estava nos planos de Luiz Felipe Scolari para a seleção brasileira optou pela Espanha antes da Copa do Mundo de 2014. Recentes polêmicas agora ameaçam seu lugar na seleção de Vicente Del Bosque.

  • REUTERS/Fadi Al-Assaad

    Rodrigo Tabata (Qatar)

    Ex-Santos e Goiás, o meia foi naturalizado para defender a seleção do Qatar, país onde defende o Al-Rayyan. Ele tentará ajudar o Qatar a conquistar uma vaga na Copa do Mundo de 2018. Tabata deixou o Santos em 2006 para jogar no futebol turco e nunca mais voltou a atuar no Brasil.

  • Divulgação/Uefa

    Pepe (Portugal)

    O zagueiro do Real Madrid defende a seleção portuguesa desde 2007, período no qual já disputou duas Copas do Mundo e duas Eurocopas. Antes de ir para a Espanha, fez sucesso no futebol de Portugal atuando por Porto e Marítimo.

  • Valter Parisotto / AP

    Thiago Motta (Itália)

    Jogador do PSG e com a carreira profissional toda feita na Europa, recebeu autorização da Fifa para defender a Itália em 2010, estreando no ano seguinte. Depois de defender o Barcelona por seis anos, criou grande identificação com os italianos ao ficar três temporadas na Inter de Milão.

  • Vassil Donev/EFE/EPA

    Éder (Itália)

    O catarinense deixou o Criciúma ainda jovem, aos 19 anos, e desde 2005 faz carreira no futebol italiano. Atualmente na Inter de Milão, foi chamado pela seleção italiana pela primeira vez no ano passado.

  • Maurizio Lagana/Getty Images

    Jorginho (Itália)

    Convocado neste ano pela primeira vez pela Itália, o volante de 24 anos é titular do Napoli e tem como principal característica a eficiência no passe. Transferiu-se ainda na adolescência para o futebol italiano, passando pelas categorias de base do Verona.

  • Divulgação / Site Oficial

    Guilherme Marinato (Rússia)

    O goleiro vai completar nove anos no futebol russo, defendendo o Lokomotiv Moscou. Foi para a Rússia depois de se destacar pelo Atlético-PR, em 2007, e se naturalizou no fim do ano passado.

  • Francisco Leong/AFP

    Marcelinho (Bulgária)

    O meia-atacante amazonense defendeu times como Mogi Mirim, São Caetano e Bragantino antes de se transferir para o Ludogorets Razgrad, da Bulgária, em 2011. Marcelinho é ídolo do time e ganhou espaço na seleção. Na semana passada, foi dele o gol da vitória no amistoso diante de Portugal.

  • Best Photo Agency & C / Pier Gia

    Marcos González (Chile)

    Ex-Flamengo, o zagueiro nasceu no Rio de Janeiro, mas mudou-se para o Chile com dois anos. Só voltou a morar no Brasil em 2012, quando fechou com o Flamengo, mas seus principais times foram no Chile, como Universidad Católica, Universidad de Chile e Unión Española.

  • Best Photo Agency & C / Pier Gia

    Benny Feilhaber (Estados Unidos)

    Nascido no Rio de Janeiro, Benny atua como meio-campista e já disputou competições oficiais pelos Estados Unidos, incluindo a Copa do Mundo de 2010. Ele, no entanto, critica os critérios do atual treinador da seleção, Jurgen Klinsmann, que não o convoca desde 2014.

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