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Ficando velho? 10 craques dos anos 2000 que estão no fim da carreira

Do UOL, em São Paulo

30/11/2017 04h00

Parece que foi ontem que os jogadores a seguir surgiram como o "futuro do futebol", não é mesmo? Então você está ficando velho, porque eles já estão no crepúsculo da carreira, e alguns até se aposentaram. Lembra de mais algum? 

  • AP Photo/Daniel Luna

    Adriano

    Em 2000, o Flamengo promoveu ao time profissional um atacante que prometia fazer muito sucesso. E ele fez. Foi para a Itália, ganhou o apelido de Imperador, conquistou títulos com a seleção brasileira e ainda voltaria ao Flamengo para ser campeão brasileiro. Aos 35 anos, está sem clube e não joga desde 2016. Será que a chama apagou ou ainda tem mais?

  • Cleo Velleda/Folha Imagem

    Kaká

    Na final do torneio Rio-São Paulo de 2001, o São Paulo faturou o título contra o Botafogo graças aos gols de uma jovem promessa que ganhou uma chance entre os profissionais apenas para completar o elenco. Aquele jogo foi só o começo da trajetória de Kaká rumo ao topo do futebol mundial. Aos 35 anos, deixou o Orlando-EUA e já falou em se aposentar por causa das dores.

  • Allsport

    Xavi

    Em 2001, o Barcelona perdia seu principal volante, um tal de Pep Guardiola. Mas não tinha problema, porque um rapaz chamado Xavi Hernández já estava se destacando entre os profissionais e finalmente teria sua chance como titular. O resto é história. Xavi personificou o estilo de jogo do Barcelona e também da seleção espanhola. Aos 37 anos, ainda brilha no Al-Sadd, do Qatar.

  • Dave Rogers/Getty Images

    Iniesta

    Em 2002, o técnico Louis Van Gaal promoveu a estreia de um jovem meio de campo no time principal do Barcelona. Ele continuou como opção no banco para o treinador seguinte, Frank Rijkaard. E aos poucos foi ganhando seu espaço entre os titulares. Quando se deu conta, ele já era peça chave do time. Aos 33 anos, Iniesta ainda é referência do Barça e renovou contrato até o fim da carreira.

  • Getty Images

    Ibrahimovic

    Quando deixou o Malmo e foi vendido para o Ajax, em 2001, o jovem Zlatan já era uma sensação em seu país. Faltava conquistar a Europa. Passou pelos maiores times do continente, e ganhou títulos em todos eles. Aos 36 anos, ainda joga no Manchester United. E alimenta a expectativa de voltar da aposentadoria da seleção sueca para jogar a Copa.

  • AFP

    Drogba

    Em 2002, um jovem atacante da Costa do Marfim ganhava sua primeira chance na elite do futebol francês ao ser contratado pelo Guingamp. Bastou uma temporada para chamar atenção do Olympique de Marselha. Um ano depois, já estava no Chelsea, onde virou ídolo. Em 2018, quando completará 40 anos, Drogba já avisou que vai parar.

  • Getty Images

    Eto'o

    O camaronês chegou ao Mallorca em 2000 e saiu quatro anos depois como o maior artilheiro da história do clube. Foi para o Barcelona, onde jogou ao lado de Ronaldinho Gaúcho e fez história. Ainda passou por times como Inter de Milão e Chelsea. Já aposentado da seleção de Camarões aos 36 anos, está jogando no Antalyaspor, da Turquia.

  • Shaun Botterill/Getty Images

    Rooney

    Ele tinha apenas 16 anos quando fez sua estreia no time principal do Everton, em 2002. Apenas dois anos mais tarde, foi contratado a peso de ouro pelo Manchester United, o clube onde ganhou todos os títulos possíveis. Aos 32 anos, já se aposentou da seleção inglesa e voltou ao Everton, o clube que o revelou.

  • Getty Images

    Schweinsteiger

    Em 2002, ano em que perdeu a Copa para o Brasil, a Alemanha ganhou o jogador que seria um dos pilares da próxima geração campeã do mundo. O jovem meia Bastian Schweinsteiger fazia sua estreia no time profissional do Bayern de Munique, onde completaria 500 jogos. Depois de ganhar a Copa do Mundo, aposentou-se da seleção e foi para o Manchester United. Aos 33 anos, joga no Chicago Fire, dos EUA.

  • Stuart Franklin/Getty Images

    Lahm

    Foi com a camisa do Stuttgart que ele se destacou pela primeira vez na Bundesliga, em 2003. Ele estava emprestado pelo Bayern de Munique. Quando voltou, foi para ocupar de vez a sua lateral. Fez o mesmo na seleção alemã, e se apresentou ao mundo com um golaço na estreia da Copa de 2006. Mas só levantou a taça oito anos mais tarde, no Brasil. Em 2017, anunciou o fim de sua carreira.

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