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Renato perde unanimidade e força para seguir no Grêmio em 2021

Renato Gaúcho antes de partida do Grêmio pela Copa Libertadores 2020 - Alexandre Schneider/Getty Images
Renato Gaúcho antes de partida do Grêmio pela Copa Libertadores 2020 Imagem: Alexandre Schneider/Getty Images
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Do UOL, em São Paulo

04/11/2020 04h00

Renato Gaúcho não é mais unanimidade no Grêmio. O desempenho do time na atual temporada tirou pontos do treinador com o clube e deixa em aberto o futuro. Com contrato até dezembro, ele deve incluir aditivo no vínculo para finalizar a temporada em fevereiro e só. Internamente, a saída de Portaluppi é assunto crescente. Há entendimento de "fim de ciclo".

A leitura de encerramento da parceria já existia antes da pandemia do novo coronavírus. Quando renovou com o Grêmio para 2020, Renato já sabia do possível desgaste em Porto Alegre pelo longo período à frente do clube. Os dirigentes também. Apesar de críticas às escolhas recentes e ao trabalho no dia a dia, os dois lados não cogitam mudanças agora — em meio à temporada. O próprio Renato tratou do tema, indiretamente, na mais recente coletiva. Ao admitir que sondou Claudinho, do Red Bull Bragantino, o treinador repetiu que "não sei se vou estar no Grêmio, não sei se vou estar em outro clube". (Por Jeremias Wernek)

Em "pacote" corintiano, Jamerson receberá salário via Monaco

O Corinthians está próximo de anunciar o zagueiro Jemerson, que estava no Monaco-FRA, como reforço. Segundo apurou a De Primeira, o defensor revelado no Atlético-MG receberá salários via clube francês. Isso porque a diretoria do Timão fechou um "pacote" no valor total de 680 mil euros (aproximadamente R$ 4,5 milhões) para ficar com o atleta até junho de 2021. O acordo entre brasileiros e franceses inclui o ordenado mensal do zagueiro de 28 anos. Vale ressaltar que o atleta aceitou receber um salário considerado baixo por oito meses, mas já está alinhada uma renegociação no meio do próximo ano. (Por Samir Carvalho)

São Paulo deu duas opções de negócio na ida de Helinho ao Bragantino

O São Paulo definiu dois moldes distintos para o empréstimo de Helinho ao Red Bull Bragantino. Além do arquitetado, que leva o jogador para o clube até o fim de 2021, havia a possibilidade de o contrato se encerrar após a próxima edição do Campeonato Paulista. Desta forma, a equipe do interior teria que pagar R$ 2 milhões à vista pelo negócio, com duas opções de compras: R$ 25 milhões por 60% dos direitos econômicos ou R$ 29 milhões por 70%. Depois de uma eventual venda, se o atleta participasse de 60% dos minutos jogados pelo Red Bull Bragantino, o São Paulo poderia exigir a compra de mais 10% dos direitos econômicos por R$ 5 milhões. Nas negociações, no entanto, o Red Bull Bragantino preferiu contar com Helinho até o fim de 2021, o que mudou o formato do negócio. (Por Thiago Fernandes)

Inter impõe cláusula, mantém percentual e tentará lucrar com Pottker

Para liberar William Pottker ao Cruzeiro, o Internacional repetiu o que havia feito com o clube turco que pretendia a chegada do jogador. O Colorado impôs que a liberação só aconteceria se o Colorado mantivesse um percentual sobre venda futura do atleta de 26 anos. O clube mineiro topou dividir valores e deixou 50% dos direitos econômicos do atacante com os gaúchos. Nos bastidores, o Inter acredita que uma boa conclusão de temporada possa recolocar Pottker nos holofotes e garantir lucro em uma eventual venda futura. (Por Marinho Saldanha)

Clube de Portugal assinar contrato no RS e quer disputar torneio de base

O Marítimo, de Portugal, assina hoje contrato para uso do CT da Ulbra, em Canoas. O clube lusitano já tem escolas de futebol espalhadas pelo Brasil desde 2014, mas agora planeja montar times das categorias sub-15, sub-17 e sub-20. Com projeção de ter 200 atletas, a ideia é disputar competições estaduais e depois nacionais de cada faixa etária. Os responsáveis pelo projeto já falaram com a FGF (Federação Gaúcha de Futebol), mas ainda não concluíram o processo de habilitação para participar dos torneios de base. O complexo da Ulbra foi usado pelo time homônimo e, mais tarde, pelo Universidade. A equipe foi fechada diante da crise financeira encarada pela Universidade Luterana do Brasil. (Por Jeremias Wernek)