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Paulo Nobre ou atual vice podem ser candidatos da oposição no Palmeiras

Paulo Nobre, ex-presidente do Palmeiras, pode ser candidato da oposição na próxima eleição - Keiny Andrade/Folhapress
Paulo Nobre, ex-presidente do Palmeiras, pode ser candidato da oposição na próxima eleição Imagem: Keiny Andrade/Folhapress

Do UOL, em São Paulo

11/01/2018 04h00

As eleições começam a esquentar as alamedas do Palestra Itália. Nos últimos dias, intensificaram-se as conversas da oposição para chegar a um consenso sobre quem concorrerá com Maurício Galiotte no pleito que acontece no último trimestre de 2018. Os nomes favoritos são o de Genaro Marino, que é 1º vice-presidente atualmente, mas já faz parte da oposição desde o ano passado, e do ex-presidente Paulo Nobre, que rompeu com o atual mandatário dias após a eleição de janeiro de 2017.

Ainda é cedo para cravar quem será o escolhido, mas não está descartado que ele tenha o apoio de Mustafá Contursi. Apesar de ser figura central em uma investigação sobre cambismo, o ex-presidente segue com a maioria do Conselho ao seu lado. Hoje, ele também é oposição a Galiotte. A decisão é bastante importante para os “nobristas”. Eles já se preparam para concorrer com Leila Pereira, que declarou que vai se candidatar ao cargo depois de 2021, quando completa o primeiro mandato como conselheira. (Por Danilo Lavieri)

São Paulo construirá creches para compensar concessão do CT

Na última semana de 2017, foram assinados os documentos finais que confirmaram a renovação de concessão do terreno do CT da Barra Funda para o São Paulo. O Tricolor, que podia permanecer no local somente até 2022, agora ampliou o prazo até 2042, com possibilidade de extensão por mais 20 anos. Como contrapartida, o clube se comprometeu a entregar duas creches - no contrato antigo, o CT recebia alunos da rede pública de ensino para projetos esportivos como forma de contrapartida.

Uma delas seria na região do próprio CT, enquanto a outra ainda não tem local definido. Há, entre os são-paulinos, o desejo de chegar à região de Paraisópolis, próxima ao estádio do Morumbi. A alteração na lei que permitiu a renovação ao São Paulo foi encabeçada pelo vereador Eduardo Tuma (PSDB) e contou com ação nos bastidores de dois dirigentes do Tricolor: o diretor de relações institucionais José Jacobson Neto e o diretor-executivo de administração Rodrigo Gaspar. (Por Bruno Grossi)

Ex-presidente do Galo, investidor fica mais perto do Cruzeiro

Ricardo Guimarães é atleticano notório. Presidente do clube na década passada e proprietário do Banco BMG, ele está cada vez mais próximo do Cruzeiro. O empresário auxilia o clube do coração na busca por um volante e um meia-atacante, mas tem sido mais próximo do rival. Ele foi o responsável pelo aporte na busca por David, do Vitória, e também pelo empréstimo de R$ 50 milhões para que o clube pagasse os atrasados com o time. Agora, promete ajuda na busca por Zé Rafael, do Bahia. Ricardo Guimarães e Hissa Elias Moysés, seu braço-direito, são amigos de Itair Machado, vice-presidente de futebol do Cruzeiro. O cartola do clube mineiro se encontra com a dupla semanalmente e conta com a amizade de ambos para fazer o futebol do clube. Outro aspecto preponderante é a cessão de direitos de atletas da base por parte do Cruzeiro. (Por Thiago Fernandes)

Corinthians: Salário explica Henrique em vez de Anderson Martins

De acordo com fontes próximas à direção do Corinthians, o plano A para substituir Pablo em 2018 era Anderson Martins, anunciado no rival São Paulo. A escolha por Henrique, ex-Fluminense e que está prestes a assinar, se deu por razões financeiras. Livre do Vasco por acordo em função de salários atrasados, Anderson Martins solicitava o pagamento de luvas que estavam acima do desejado pelo Corinthians – os números não foram revelados. Além disso, não houve acordo em relação aos vencimentos, que seriam de aproximadamente R$ 400 mil mensais. No São Paulo, Anderson assinou por três anos, mas o clube não revelou detalhes do acordo. (Por Dassler Marques)

Fluminense acusa Scarpa de má-fé em processo

O clima azedo entre Gustavo Scarpa e o Fluminense pode ser medido pela "troca de gentilezas" entre as partes na causa que corre no Tribunal Regional do Trabalho. Em sua petição inicial, as advogadas do meia classificaram o Flu como um "devedor incorrigível". Em sua defesa, o clube acusou o jogador de "flagrante má-fé" e disse que Scarpa quer sair sem deixar nenhum tostão para o clube formador. Em seu último despacho, a juíza Dalva Macedo pediu urgência na marcação da data de uma audiência de conciliação, algo que, a se julgar pelas palavras, não parece muito fácil de acontecer. (Por Leo Burlá)

Cruzeiro tenta, mas Geromel nem cogita deixar Grêmio

O Cruzeiro mirou Pedro Geromel. De olho na construção do elenco para 2018, o time do técnico Mano Menezes tinha no gremista o alvo predileto, mas esbarrou na mesma situação encontrada por Corinthians, Santos e Palmeiras em outros momentos: a rejeição do jogador a deixar a Arena. Quando se informou sobre a condição do jogador, o time mineiro já ouviu de cara que ele não deixaria o Tricolor e nem sequer formalizou proposta. O mesmo já ocorreu até mesmo com clubes da Europa. Pedro Geromel não 'vê razão' para sair do Grêmio e diz até, nos bastidores, que quer encerrar sua carreira no clube. Ele tem contrato até 2019. (Por Marinho Saldanha)