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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Paris tem um rei, Messi Primeiro

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

28/09/2021 18h03Atualizada em 28/09/2021 20h20

Luis Felipe I foi o último rei da França. Abdicou em 1848, em favor do neto, mas a segunda República foi instalada e vive até hoje. A Franca tem presidentes

Paris, não. Tem Rei.

Tomou posse na segunda metade do segundo tempo do jogo contra o Manchester City. Com o velho, surrado, simples e maravilhoso truque de sempre.

Pegou a bola na direita, entrou em diagonal, tocou para Mbappé e meteu no ângulo. Parece fácil? Vai lá fazer

O PSG teve outros destaques. Verratti, implacável cavador, Donnaruma, o goleiro que vale por dois, que até jogaram mais que Messi. Gana Gueye fez um golaço.

Mas a eles falta realeza. Falta a luz, a postura, a magia.

Messi é o rei. E não sofrerá como outros. Não será decapitado. Em compensação, não será um rei absolutista, não será um rei que oprime o povo.

Será o rei da alegria. Da magia.

Será amado comi um bobo da corte.

Longa vida ao Rei. A história está apenas começando em Paris.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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