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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Michael incorporou Maradona

Michael em ação pelo Flamengo, contra o Grêmio, pela Copa do Brasil - Marcelo Cortes/CRF
Michael em ação pelo Flamengo, contra o Grêmio, pela Copa do Brasil Imagem: Marcelo Cortes/CRF
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

26/09/2021 13h14

Que golaço! O mais belo gol da temporada. A arrancada da direita para a esquerda, a deixada de Pedro e a conclusão de Michael. Me lembrou muito o segundo gol de Maradona contra a Bélgica na Copa de 1986, o ano que Maradona brilhou.

É lógico que não há comparação possível. Mas e muito bom ver um gol de individualidade, de ousadia de alguém que tenta alguma coisa diferente.

Diferente?

Nem tanto.

O drible é um patrimônio nacional.

Méritos também para Renato, que deu confiança a Michael, que mal era lembrado por Ceni. Depois de um ótimo ano com o Goiás, estava condenado a ser aquele pontinha arisco que não deu certo no Flamengo. E que não teria, provavelmente, chance em outro gigante.

Ainda bem que Renato apareceu.

Recuperar Michael foi um grande feito.

Da até para lembrar de Diego Armando Maradona, o Barrilete Cósmico.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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