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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Diniz precisa dirigir o Santos no domingo

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

07/05/2021 13h09Atualizada em 07/05/2021 13h09

Fernando Diniz é o novo treinador do Santos. Assume em meio a uma crise; o time joga contra o São Bento e precisa de um empate para não cair para a segunda divisão do Paulista.

A crise abre uma oportunidade para Diniz. Se não fosse ela, a crise, ele não teria sido contratado. Então, é preciso trabalhar.

Diniz precisa assumir imediatamente, conversar com Marcelo Fernandes, passar confiança aos jogadores e sentar no banco já na decisão, triste decisão.

Se não fizer nada disso e assumir na segunda-feira, não será cobrado. É o normal. Todos fazem assim. Ficam na cabine olhando e mais nada.

Diniz tem a possibilidade de se mostrar diferente. De passar uma mensagem de comprometimento com o novo clube, os jogadores e a torcida

E, cá entre nós, o Santos vai vencer o jogo. Com Diniz ou sem Diniz. Se ele estiver no banco, iniciará seu trabalho no Santos conquistando um título, pobre título, e mostrando que seu nome é trabalho e comprometimento. Deixa a apresentação de lado e coloca a mão na massa.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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