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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Cruzeiro foi muito mais time. Hulk, até agora é uma piada

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

11/04/2021 18h08Atualizada em 11/04/2021 19h54

O Cruzeiro venceu com muita justiça o Clássico do Centenário. Foi muito mais time em campo, mesmo tendo poucas individualidades e um elenco muito menos badalado e, falando o português claro, muito pior.

Foi muito mais coletivo. Um time bem postado em campo, tratando bem a bola e com jogadores sabendo onde achar o companheiro.

O Galo, ao contrário, apostava na bola longa e nas suas individualidades. E aí, entra Hulk. Parece que ele é obrigado a entrar. E não tem colaborado em nada. Dá umas ombradas que os árbitros aceitam.

Não foi o caso no clássico. Levou amarelo e depois se envolveu em discussão com Pottker. Novo amarelo e expulsão. Em dez minutos. Para esquecer.

O melhor do Cruzeiro foi Rafael Sobis, no clássico que colocou Airton na história. Foi dele o gol que mostrou ao Galo que o Cruzeiro é gigante, sim. E que favoritismo precisa ser comprovado em 90 minutos.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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