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Diniz erra feio e São Paulo dá adeus

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

23/01/2021 21h12

O São Paulo entrou nervoso em campo, pela situação atual e pela emboscada feita por criminosos que apedrejaram o ônibus à caminho do Morumbi.

O time estava jogando mal, com os mesmos erros de sempre, à exceção daqueles oriundos da saidinha, que não deu as caras no jogo.

Diniz faz sua ousada e habitual substituição: tira um zagueiro e coloca um meia.

O time melhora e faz um gol. O gol da vitória, o gol que coloca o time na briga novamente.

Então, o Coritiba faz suas trocas, com Ricardo Oliveira, Sarrafiore e Neílton. E continua, desde o início apostando no contra-ataque.

Acerta um.

Acerta dois.

E Fernando Diniz não reage. Não coloca um zagueiro, não coloca um volante, não recua o time, para o São Paulo jogar no contra-ataque.

Vira um jogo de trocação.

Daniel Alves deixa Juanfran duas vezes na cara do gol. Deixa Pablo perto do gol.

Todos erram.

Sarrafiore não erra.

Gol do Coxa.

Como um time que está ganhando o jogo que lhe dá chances de ser campeão pode levar gol de contra-ataque?

Como o treinador não arruma a desorganização.

Pode não ser o fim da linha para Diniz.

É o fim da linha para o São Paulo.

Por causa de Diniz.

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