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Palmeiras conquistou o sonho do Flamengo: final da Libertadores no Maracanã

Gabriel Menino, volante do Palmeiras - GettyImages
Gabriel Menino, volante do Palmeiras Imagem: GettyImages
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

06/01/2021 11h42

Em 17 de outubro de 2019, a Conmebol definiu que a final da Libertadores seria no Maracanã. E a torcida do Flamengo entrou em êxtase: seu time seria bicampeão da Libertadores no "seu" estádio. O Maracanã estaria lotado.

E é o Palmeiras que garantiu presença na final. Ou alguém dúvida que o River, depois dos 3 x 0, deveria se dedicar à Copa Diego Armando Maradona? Finito.

E a classificação do Palmeiras veio com um plano de jogo bem montado e executado, com Patrick, Danilo e Menino marcando muito forte no meio do campo e Rony na frente, fazendo pivô para o jogo de ligação direta.

Nada de tricô.

E como a defesa do River se mostrou frágil. Rony não tem o físico de Jô, por exemplo. E, de costas, conseguia prender a bola, girar, atacar ou passar.

E Rojas? Velocidade de cágado. Gustavo Gómez e Junior Alonso, também paraguaios, são muito melhores. Balbuena também.

O River, como eu disse aqui, não era um Golias. E o Palmeiras, com tiros certos, foi um Davi.

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