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Protocolo do Flamengo em xeque

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

22/09/2020 12h00

Além de seu time, de seu elenco, de seu treinador, o rubro-negro mais fanático batia no peito para dizer nosso protocolo é o melhor.

Protocolo utilizado para pedir a volta do campeonato carioca. Protocolo feito sob comando do médico Márcio Tannure.

E a notícia da manhã do jogo contra o Barcelona é que Tannure, o autor do protocolo, está com Covid. Juan, ex-zagueiro e membro da comissão técnica, também. Além de sete jogadores. E do massagista Jorginho, que morreu.

A culpa é do protocolo, de quem se dizia maravilhas?

Não sei. Não sou médico. Mas algo não está funcionando. É o protocolo? Ou o problema foi no Equador? Em Quito ou Guayaquil? Algum jogador do Independiente fel Valle estava infectado e houve contato com os jogadores do Flamengo? Problema foi no hotel?

Tudo precisa ser investigado.

Tudo precisa ser analisado.

E que não se fale mais na volta de torcedores aos estádios durante a pandemia. É golpe eleitoral do Bispo Crivella.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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