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CBV ofende Carol Solberg e defende bolsonaristas

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

21/09/2020 13h59

A Confederação Brasileira de Vôlei tem reações conflitantes em relação a manifestações políticas dos atletas.

Quando é a favor de Bolsonaro (Wallace e Maurício, antes da eleição) é considerada liberdade de expressão. Quando é contra (Carol Solberg) é chamada de falta de ética e acusada de "denegrir" o esporte.

Acusar alguém de falta de ética é ofensa.

E usar o verbo denegrir é conivência com racismo.

Mas, de onde nada se espera é que nada vem mesmo. Basta ver a posição tomada pela comissão dos atletas do vôlei de praia. Ficou a favor da CBV e contra a companheira. Prometeu lutar para que a proibição contra atos políticos seja cumprida.

A comissão é liderada por Emanuel Rego, que tinha cargo importante no governo Bolsonaro.

É assim que banda toca.

Opinião, apenas a favor do cara que acabou com o Ministério dos Esportes e que tenta acabar com o Bolsa-Atleta.

Síndrome de Estocolmo? Oportunismo?

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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