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Por que Michel e não o Jô? Nunca vou entender

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

08/08/2020 21h07

Há três anos, tivemos, eu e meu irmão, uma briga feia no Natal. O assunto é banal. Ele defende que, em decisão por pênaltis, o melhor batedor deve ser reservado para a última batida. Eu acho que deve abrir a série.

É bom sair marcando. Tira a pressão dos outros.

Vejam o caso do Corinthians contra o Palmeiras. Escolheu bater primeiro. É lógico. Você faz o gol e coloca pressão no primeiro batedor do rival.

Era hora de Jô. Sofreu um pênalti e converteu. Moral alto. Nunes optou por Michel Macedo, que entrou no lugar de Fagner, contundido. Entrou muito mal, fez um cruzamento ridículo e sofreu na marcação de Roni.

Dizem que ele é um bom cobrador. Será que Tiago Nunes o colocaria apenas para bater? Será que é tão bom assim?

Corinthians perdeu nos pênaltis. Poderia ter vencido. Jô bateu por último, mas o Corinthians quase morreu com Jô sem bater.

Eu não entendo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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