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Jesus fica. Bom para ele, o Brasil e o Flamengo

Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

03/06/2020 13h21

Jorge Jesus fica por mais um ano com o Flamengo. É um fato a ser comemorado por muita gente.

1) O próprio Jorge Jesus - O contrato é muito bom, 23 milhões por ano, atrelado ao euro. Ou seja, pode subir. Pode ser rompido a qualquer momento e prevê prêmios por títulos. Caçapa cantada, títulos virão.

2) Flamengo - O clube conseguiu manter um técnico europeu e que se mostrou, ao fim do primeiro ano, superior aos colegas brasileiros. Pode continuar um trabalho que está dando muito certo. E, tomara, pode apostar em algo mais. Uma outra evolução, com novos conceitos. Além de ter tempo para pensar na substituição, não para agora, de alguns veteranos como Rafinha, Filipe Luiz e Diego.

3) O futebol brasileiro - Historicamente, o Brasil se aproveitou muito bem da presença de treinadores estrangeiros. Fleitas Solich, Dori Kruschner e outros. O maior exemplo foi o do húngaro Bela Guttman, que influenciou Vicente Feola e a seleção de 58.

O português é o homem a ser batido. E o sarrafo está alto. Todos vão correr atrás. E nosso futebol vai melhorar.

Errata: o texto foi atualizado
Contrato de Jorge Jesus não prevê pagamento de R$ 23 milhões por mês.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Menon