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Menon


Acabou a palhaçada da venda de mando de jogos

Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

27/02/2020 21h12

Uma reunião entre CBF e os clubes da Série A definiu que está proibida a venda de mando de jogos no Brasileirão. Uma sábia medida, que deixa o campeonato mais forte.

A base dos campeonatos por pontos corridos é a igualdade. No caso do Brasileirão, os 20 times se enfrentam duas vezes, 19 jogos em casa e outros 19, fora.

Quando um time vende o mando de seu jogo, está causando um desequilíbrio. Se vendeu para A, e não vendeu para B, C, D etc, está favorecendo um clube em detrimento dos outros.

Ah, mas é uma chance de um time menor ganhar um dinheiro extra. Não interessa. O equilíbrio técnico é que deve prevalecer.

Foi um passo à frente.

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