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Adílson Batista, Coração Valente. E azul

Técnico Adilson Batista, em treino do Cruzeiro na Toca da Raposa - Bruno Haddad/Cruzeiro
Técnico Adilson Batista, em treino do Cruzeiro na Toca da Raposa Imagem: Bruno Haddad/Cruzeiro
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

06/02/2020 20h00

Li um texto muito legal do Mário Marra. Ele mostrava como Adílson Batista havia incorporado uma nova obrigação, além das inerentes a um treinador de futebol.

Todos os dias, um Adílson, visivelmente cansado, pede aos torcedores do Cruzeiro que ajudem na reconstrução do clube, através do programa de sócios torcedores.

Não deveria ser uma surpresa. Foi o que ele prometeu fazer, quando o rebaixamento se concretizou.

Mas, de boas intenções, o céu está cheio. E já estamos vacinados contra promessas, não?

Adílson, além de treinador, se mostra um torcedor. Um torcedor convivente, apaixonado e participativo.

O Cruzeiro precisa dos dois Adílsons na temporada.

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