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Espírito de luta reforça os laços entre a arquibancada e time do Fluminense

Leo Burlá

Do UOL, no Rio de Janeiro

30/04/2018 04h00

Talvez nem o mais fanático dos tricolores tenha a ilusão de que o Fluminense tenha a ilusão de que o elenco do Flu seja o mais recheado entre os participantes do Brasileiro.

Diante da escassez de peças, o time de Abel Braga tem compensado essas carências com um espírito de luta que tem cativado a arquibancada. Após segurar o 1 a 0 contra o Cruzeiro atuando com um a menos durante grande parte da partida, o time buscou o empate por 1 a 1 contra o São Paulo e recebeu o reconhecimento da torcida, que cantou e aplaudiu a equipe após o apito final.

"Deu prazer porque vimos um número de torcedores maior no estádio. E que mesmo quando estava perdendo apoiaram, com uma alma incrível", elogiou Abel.

De fato, o fortalecimento desta relação teve reflexo nas arquibancadas. Ao contrário da média habitual, que gira na casa dos 8 mil torcedores, o Flu atuou para 19.235 presentes no Maracanã.

"Nosso maior craque é o coletivo. Além disso, temos que colocar alma em cada palmo do campo", reconheceu o comandante tricolor.

Se a relação torcida/time vem crescendo, o mesmo não pode ser dito do que ocorre com o presidente Pedro Abad, sempre hostilizado ao mínimo sinal de fragilidade da equipe por algumas organizadas que fazem oposição ao dirigente.

Sem compromissos por outras competições, o Fluminense tem a semana livre até o compromisso diante do Vitória, domingo, 16h, no Barradão.  

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