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W. Paulista espera Cruzeiro com dois atacantes, mas fica 'em cima do muro' sobre parceiro

Wellington Paulista, que marcou um dos gols na vitória sobre o Botafogo, torce por novo esquema - Satiro Sodre/AGIF
Wellington Paulista, que marcou um dos gols na vitória sobre o Botafogo, torce por novo esquema Imagem: Satiro Sodre/AGIF

Gabriel Duarte

Do UOL, em Belo Horizonte

10/06/2012 08h15

Depois de iniciar os três primeiros jogos do Campeonato Brasileiro atuando isolado no ataque, Wellington Paulista espera que o Cruzeiro entre com dois atacantes diante do Sport, neste domingo, porém preferiu ficar “em cima do muro” na hora de analisar sobre quem seria seu parceiro ideal neste momento.

O técnico Celso Roth acenou com a possibilidade de escalar dois atacantes na partida deste domingo, às 18h30, em Varginha, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. As duas opções são Anselmo Ramon e Fabinho, que estreou na rodada passada.

Wellington Paulista reclamou de jogar sozinho no ataque celeste. O esquema foi mantido até o primeiro tempo do jogo com o Botafogo, que abriu 2 a 0. Com a entrada de Fabinho e depois de Anselmo Ramon, o Cruzeiro virou para 3 a 2 no Engenhão, na última quinta-feira. A atuação da equipe levou Celso Roth a admitir mudanças.

“Para mim, é mais fácil (com um atacante). Tenho mais uma opção do lado. Não fico sozinho. É difícil girar para cima do zagueiro. Com outro, posso tocar de lado. Crio mais chances de gols”, observou o atacante, que se esquivou de apontar o parceiro de sua preferência.

“Já conheço o Anselmo. O Fabinho entrou por pouco tempo, mas já vimos que tem qualidade. Lógico que já tinha visto no Guarani, mas do lado é diferente. É veloz, rápido, inteligente”, observou Wellington Paulista, que voltou a balançar as redes depois de dois jogos.

  No primeiro semestre, quando disputava o Campeonato Mineiro e a Copa do Brasil, o Cruzeiro chegou a atuar com três atacantes: Wellington Paulista, Anselmo Ramon e Wallyson. Porém, depois do clássico com o Atlético-MG pelo Estadual, a equipe passou a jogar com apenas dois da posição.

Depois da saída de Vagner Mancini e com a cobrança da diretoria por um time mais “seguro”, o técnico Celso Roth chegou com o discurso de equilibrar os setores do Cruzeiro e, nos primeiros jogos, adotou o esquema 4-5-1.

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