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Bottas se diz magoado com discurso do chefe da Mercedes: "ser ajudante dói"

Valtteri Bottas durante o GP da Hungria de Fórmula 1 - Bernadett Szabo/Reuters
Valtteri Bottas durante o GP da Hungria de Fórmula 1 Imagem: Bernadett Szabo/Reuters

Do UOL, em São Paulo

29/07/2018 16h01

O britânico Lewis Hamilton contou com a ajuda do companheiro de equipe para vencer o Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1, neste domingo (29). Depois da corrida, no entanto, a declaração do chefe da Mercedes, Toto Wolff, que chamou Valtteri Bottas de “ajudante”, pegou mal e deixou o finlandês magoado.

“Antes de tudo, ser chamado de ‘ajudante’ dói”, disse o piloto aos repórteres após a prova. “Em segundo lugar, não vejo nenhum ponto positivo no resultado desta corrida para mim. Eu queria um resultado melhor”, acrescentou.

Valtteri Bottas conteve as investidas de Sebastian Vettel, segundo colocado no campeonato mundial da F1 e grande adversário de Hamilton, líder da tabela. No final do GP, porém, o piloto da Mercedes se chocou com o alemão, que conseguiu uma arrojada ultrapassagem, e ainda viu Raikkonen e Ricciardo passá-lo.

Diante do trabalho de “escudeiro” de Bottas, o chefe da Mercedes o chamou de ajudante à "Sky Sports". Depois, Toto Wolff teve de se explicar.

"Na corrida de hoje, começando em 2º, depois da primeira volta, a corrida de Valtteri foi a perfeita para um ajudante, e não estou falando de campeonato, porque não temos o número um, não temos o número dois, mas foi assim que ele estava correndo", justificou o chefe da equipe alemã ao "Motorsport".

Bottas ainda sofreu uma punição. Depois da prova, a FIA anunciou que ele seria punido pelo toque na Red Bull de Daniel Ricciardo. O piloto, então, perdeu 10 segundos no tempo final, mas se manteve em quinto.

Veja aqui como terminou o GP da Hungria.

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