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Teste de vacina da AstraZeneca é liberado para incluir 5 mil voluntários

Tubo de ensaio rotulado como de vacina para covid-19 à frente de logo da AstraZeneca em foto de ilustração -
Tubo de ensaio rotulado como de vacina para covid-19 à frente de logo da AstraZeneca em foto de ilustração

15/09/2020 13h56

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje a AstraZeneca a testar sua possível vacina contra a covid-19 em mais 5.000 voluntários no Brasil no âmbito dos ensaios clínicos de Fase 3 realizados no país, informou a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que coordena os estudos no país. O Brasil retomou os testes.

O acréscimo de voluntários, além dos 5 mil já recrutados e que estão sendo vacinados, ajudará a fornecer resultados mais sólidos sobre a segurança e eficácia da vacina, afirmou a Unifesp em nota.

Segundo a universidade, voluntários maiores de 18 anos estão sendo procurados no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul.

Na África do Sul

A AstraZeneca retomou os testes da possível vacina da empresa contra a Covid-19 na África do Sul, pouco mais de uma semana depois de os testes serem interrompidos devido a supostos efeitos colaterais graves em um voluntário no Reino Unido, informou o Departamento de Saúde do país à Reuters hoje.

A medida, confirmada à Reuters pela diretora de medicamentos a preços acessíveis do Departamento de Saúde sul-africano, Khadija Jamaloodien, ocorre depois que a farmacêutica britânica obteve autorização no sábado para reiniciar os testes no Reino Unido, o que levou o Brasil a fazer o mesmo.

Os testes continuam suspensos nos Estados Unidos enquanto se aguarda uma investigação próprio do incidente, e o Serum Institute, da Índia, disse que reiniciará seus testes assim que obtiver a permissão do Controlador-Geral de Medicamentos da Índia.

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