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Você sabe cultivar suas amizades?

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Muitas vezes, negligenciamos as amizades sem perceber. Veja se você está dedicando o tempo necessário a essas relações, fazendo o teste elaborado com a consultoria de Annie Wielewicki, psicóloga pela UEL (Universidade Estadual de Londrina).

  • Sim, tira de letra!

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    Para você, as amizades são o combustível da vida, essenciais para levantar a autoestima e promover momentos de satisfação e prazer. Assim, mesmo na correria do dia a dia, dá um jeito de cultivar essas relações. "Ter um amigo com quem você pode dividir a sua vida é reconhecer como relevante a própria história, aceitar que ela é digna de ser partilhada com alguém que a acompanha, valoriza e incentiva", afirma a psicóloga Annie Wielewicki. Segundo ela, ter amigos é, sobretudo, uma maneira de dar significado à própria existência. E isso você faz muito bem!

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  • Não, mas quer tirar proveito delas

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    Quando algo sai dos eixos e você precisa de um apoio, é o primeiro a pedir ajuda. Porém, se é o outro que solicita um pouco do seu tempo e dedicação, dá um jeito de se esquivar. Além disso, se as coisas estão fluindo bem na sua vida, até se esquece da turma. Mas vale ficar atento: agindo assim, você dificilmente conseguirá consolidar suas relações. "Uma relação de amizade genuína é uma via de mão dupla, em que as duas pessoas partilham carinho, apoio, companheirismo e diversão", diz a psicóloga Annie Wielewicki.

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  • Sim, mas exagera

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    Amigos são para todas as horas. Esse é o seu lema. Você não pensa duas vezes antes de ajudá-los no que for preciso e, em alguns momentos, até se prejudica para favorecê-los. Porém, esse comportamento pode lhe trazer problemas. "É preciso analisar se não está agindo assim por baixa autoestima, por depender da avaliação imediata do outro. Essa dedicação excessiva pode ser fruto da necessidade de se sentir valorizado", explica a psicóloga Annie Wielewicki. Ela sugere buscar o equilíbrio entre as necessidades do outro e a sua própria satisfação.

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  • Não, mas pode mudar, se quiser

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    Você é tão comprometido com as suas próprias responsabilidades que tem dificuldade de identificar as necessidades do outro e até de priorizá-las, pelo menos de vez em quando. Assim, sem perceber, pode se tornar um amigo ausente e distante. "Pessoas que não se doam aos outros até podem ser boas companhias, mas dificilmente terão com quem contar, pois acabam desenvolvendo relações superficiais", afirma a psicóloga Annie Wielewicki. Para mudar, é essencial rever sua rotina, planejar-se com antecedência e separar um tempo para a turma.

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