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Projeto recupera joias arquitetônicas do mundo islâmico

Santuário de Abdullah, no Afeganistão, uma das obras que podem ser restauradas - The Aga Khan Trust for Culture
Santuário de Abdullah, no Afeganistão, uma das obras que podem ser restauradas Imagem: The Aga Khan Trust for Culture

29/11/2011 07h53

Um projeto de restauração de cidades históricas vem devolvendo vida a joias arquitetônicas do mundo islâmico, em países como Afeganistão, Paquistão, Mali, Tanzânia, Índia, Egito e Síria.

O Programa Cidades Históricas Aga Khan recuperou construções castigadas por anos de guerra e abandono, e transformou muitas delas em áreas de lazer para moradores, atrações turísticas e até hotéis.
 
Construções islâmicas vão passar por
 
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No Afeganistão, durante o trabalho de recuperação da Citadela de Herat, Qala Ikhtyaruddin, foi necessário acionar especialistas diversas vezes para desativar minas terrestres deixadas no local durante os conflitos nos anos 80.
 
Ainda assim, autoridades afegãs esperam que a restauração ajude a atrair turistas para a região.
 
Em Mali, no norte da África, a mesquita de Djenné, que corria risco de desabar, foi estabilizada.
 
A Citadela de Aleppo, na Síria, uma das mais antigas do Oriente Médio, havia sido castigada por terremotos, bombardeios e saques.
 
Moradores locais foram treinados para trabalhar na restauração e preservação dos monumentos históricos.
 
Os projetos da Fundação Aga Khan para a Cultura são financiados, em parte, por governos, instituições multilaterais, parceiros do setor privado e doações.
 
O próprio Aga Khan, líder espiritual dos muçulmanos xiitas ismaili, também cobre diversos custos das organizações.

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