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Jovem confessa na TV que fez sexo com mais de 50 homens

10/01/2008 15h56

Um programa de televisão britânico transmitido nesta quarta-feira mostrou a declaração de uma jovem de 18 anos que afirmou ter tido relações sexuais com mais de 50 homens desde que perdeu a virgindade, aos 16.

O programa faz parte da série de documentários Sex...With Mum and Dad (Sexo... com Mamãe e Papai, em tradução livre), do canal de televisão BBC 3, que visa promover o sexo seguro e a confiança para se falar mais abertamente de sexo entre a família.

Os episódios trazem duas histórias de jovens que relatam suas experiências, dúvidas e tendências sexuais à seus pais, que por sua vez, também dividem suas intimidades com os filhos.

Sexo na adolescência

No programa da quarta-feira, a jovem Cheryl Tunney, de Daggenham, no leste da Inglaterra, confessou suas experiências sexuais à sua mãe.

A pedido da sexóloga, as duas tiveram que representar em um papel a quantidade de homens com quem haviam tido relações sexuais e a inicial de cada um deles.

Enquanto a mãe da jovem, Debbie, de 45 anos, listou três homens, a lista da menina tinha mais de 50, dos quais 36 ela lembrava o primeiro nome.

"A quantidade realmente parece demais para apenas dois anos", disse Cheryl durante o programa.

A jovem afirmou ter "conhecido" a maioria dos parceiros através de sites na internet como a rede de relacionamentos online Bepo, que tem mais de 11 milhões de usuários.

"Desde os 14 anos, eu e minhas amigas matamos aula e vamos para o internet café para ficar paquerando", confessou Cheryl.

Segundo ela, muitos dos parceiros pediram para ter relações sexuais com ela sem preâmbulos.

Ela afirmou ainda que não usou camisinhas em várias das relações. A produção do programa agendou testes para verificar se ela estava contaminada com alguma doença sexualmente transmissível, e os resultados foram todos negativos.

"Isso é muito estranho, como isso foi acontecer?", disse. "Eu não quero mais sair transando por aí", confessou a jovem durante o programa.

Impacto positivo

Durante as sessões com a sexóloga Maria Schopman, Cheryl declarou que começou o comportamento promíscuo porque se sentia sozinha depois da separação dos pais, há três anos, e não conseguia expressar seus sentimentos.

No final do documentário, mãe e filha afirmaram que não se arrependem em revelar os detalhes de suas vidas íntimas em público, mas Cheryl disse estar "um pouco nervosa" sobre as reações das pessoas.

"O programa teve um impacto positivo na relação entre eu e minha mãe", declarou. "Nem ela e nem eu queremos que eu fique tendo relações com vários homens, então nos damos bem melhor", concluiu.

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