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Busca celular barato e que tem muito espaço pra foto? Veja melhores opções

Haja espaço para encher de foto naquele show que você gosta - Getty Images/iStock
Haja espaço para encher de foto naquele show que você gosta Imagem: Getty Images/iStock

Do UOL, em São Paulo

05/12/2017 04h00

Por mais que falemos bastante nas reportagens de tecnologia sobre a importância de um bom processador ou da resolução da tela, existe uma especificação que os loucos por WhatsApp olham com muita atenção: a memória interna. Afinal, fotos e vídeos repassados no grupo da família acumulam muito espaço, e ficar limpando ou transferindo esses arquivos o tempo todo é bem chato.

O armazenamento amplo também interessa a quem usa bastante a câmera, principalmente para vídeos, que são os arquivos que mais ocupam espaço - quanto mais minutos de gravação, mais MB guardados.

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Quem estiver procurando um celular com bastante memória pode esbarrar no fator preço. Mas felizmente, modelos relativamente baratos e com 32 GB de armazenamento já estão tomando o mercado desde o ano passado. Isso é o dobro do padrão anterior do mercado e alguns modelos de 64 GB já começam a aparecer além dos modelos de luxo.

Além disso, vale prestar atenção se o modelo tem uma gaveta para pôr cartão de memória microSD - que permite expandir a memória para mais um bocado de gigabytes com um acessório extra - e uma boa memória RAM. Apesar de não servir para armazenar arquivos de forma definitiva, a RAM guarda dados de forma temporária para auxiliar nas tarefas do processador.

Veja abaixo a seleção do UOL Tecnologia para quem estiver procurando um celular com boa memória, lançado neste ano e que não supere o preço dos R$ 1.000. Como todos os modelos empataram nos 32 GB e também têm slot para cartão de memória, a ordem de preferência abaixo vai do pior ao melhor de acordo com as notas do UOL. Além de uma menção honrosa como bônus.

Quantum Muv UP (Positivo)

O modelo intermediário da Positivo traz como pontos positivos o sensor de digital preciso e o design bonito, além de ser um dos poucos desta lista com 3 GB de memória RAM. Como pontos negativos, a bateria demora para recarregar, a câmera principal é fraca e resolução de tela é apenas HD.

Leia a análise completa do modelo, que atualmente custa em média R$ 899 (mas há promoções por R$ 699 à vista).

K10 Novo e Q6 (LG) e Galaxy J7 Pro (Samsung)

Empatados na nota das análises, há de se notar as particularidades de cada um dos três modelos. O Q6 nas especificações é talvez o vitorioso: tem 3 GB de RAM e uma tela "infinita" com resolução Full HD que o destaca na multidão dos intermediários. Sem falar que o sistema de identificação de rosto: apesar de ser uma adaptação do recurso nativo do Android, é um charme que o aproxima dos tops de linha, pelo menos conceitualmente.

No entanto, o K10 Novo é um bom intermediário "pau pra toda obra" que custa uns R$ 250 mais barato que seu "primo" Q6. E se você não simpatiza com a LG por algum motivo, tem no J7 Pro uma opção no mesmo patamar de preço do Q6, com tela Amoled e câmera de abertura F/1.7. E ele te deixa usar dois WhatsApp ao mesmo tempo.

Leia a análise completa dos modelos K10 Novo, Q6* e Galaxy J5 Pro. Seus preços médios são, respectivamente, R$ 729, R$ 999 e R$ 949 (mas há promoções à vista).

* Observação: o UOL testou a versão LG Q6+, mas a diferença deste para o Q6 é apenas de preço e armazenamento: 32 GB / 3 GB de RAM, enquanto o modelo mais caro, com 64 GB /  4 GB de RAM, custa a partir de R$ 1.145 à vista.

Galaxy J5 Prime (Samsung)

Mais um Galaxy J da Samsung que joga bem em todas as posições dentro dos limites de um celular básico. As câmeras dão pro gasto, o desempenho é satisfatório e o corpo é leve, pequeno e bonito. O que é ruim: a tela touch e o sensor de digitais não funcionam muito bem, e a bateria poderia ser melhor (fica só no esquema dia-inteiro-de-uso).

Leia a análise completa do modelo, que atualmente custa em média R$ 759 (mas há promoções por R$ 628 à vista).

Galaxy J7 Prime (Samsung)

Um pouco melhor que o J5 Prime, este modelo tem corpo de metal em um design eficiente (embora ainda sem o estilo "tela infinita" dos modelos recentes da Samsung e LG), sensor de digitais e memória RAM de 3 GB. Já o processador é aquém do esperado, com engasgos nos games, e a câmera é apenas mediana.

Leia a análise completa do modelo, que atualmente custa em média R$ 989 (mas há promoções por R$ 809 à vista).

Moto G5 e G5 Plus (Motorola)

Velha conhecida do público brasileiro, a linha Moto G trouxe novamente bons modelos neste ano. Tanto o G5 Plus quanto sua versão mais barata contêm os mesmos 32 GB de armazenamento. A maior diferença é o processamento: o comum traz o chip inferior Snapdragon 430 (1,4 GHz) enquanto o G5 Plus vem com Snapdragon 625 (2 GHz).

A câmera do G5 comum também é um pouco inferior, com leitura de luz falha. Mas o Android quase puro da Motorola e sensor de digitais continuam sendo bons atrativos.

Leia a análise completa dos modelos Moto G5 e Moto G5 Plus. Seus preços médios são, respectivamente, R$ 849 e R$ 999 (mas há promoções à vista).

Menções honrosas: Zenfone 3 e Moto G5S Plus

Por que menções? Basicamente porque ambos furam o teto dos R$ 1.000 por pouco. Além disso, citamos apenas aparelhos de 2017 e abrimos uma exceção para o modelo da Asus do ano passado. Mas os dois smartphones merecem a citação por motivos diferentes.

O Zenfone 3 em versão com 64 GB já pode ser comprado por um pouco mais da faixa de preço estipulada aqui, enquanto o Moto G5S Plus tem os 32 GB dos modelos acima, mas vale a pena para quem quer gastar um pouco mais e com isso obter uma câmera dupla.

Leia a análise completa dos modelos Zenfone 3 e Moto G5S Plus. Seus preços médios são, respectivamente, R$ 1.055 e R$ 1.077 nas promoções à vista.

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