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Ricardo Feltrin

Domingão com Huck cresce e já dá mais ibope que Faustão

Luciano Huck no palco do Domingão - Globo/Marcos Rosa
Luciano Huck no palco do Domingão Imagem: Globo/Marcos Rosa
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

17/04/2022 00h09

Depois de estrear em setembro do ano passado com 19 pontos de ibope no país, e de nos meses seguintes amargar uma queda de até 30% nesse índice, o programa "Domingão", com Luciano Huck, volta aos poucos a crescer.

Domingo passado (10), a atração vespertina da Globo terminou com 17 pontos, 32% de "share" e pico de 19 pontos no chamado PNT (Painel Nacional de Televisão).

Cada ponto no PNT vale por cerca de 260 mil domicílios, cada um tendo em média estatística cerca de 2,7 moradores.

Mais que Faustão

Isso representa mais do que Fausto Silva deu em seu último programa (15,7) e mais que a média de suas últimas participações na Globo em 2021 (15,6 pontos).

Líder isolado aos domingos, Huck também marcou recorde de 2022 em praças como São Paulo (17 pontos), Porto Alegre (22 pontos), Recife (20 pontos) e Belém (18 pontos).

No mês passado, o "Domingão" teve o melhor mês do ano, com 16 pontos e 30% de "share" (ou seja, 30 em cada 100 TVs ligadas do país sintonizando a atração).

O programa tem registrado um público estimado em 34 milhões de brasileiros por domingo.

Motivos da queda

Em parte, fontes da Globo ouvidas pela coluna acreditam que, no ano passado, após a estreia, Huck ficou "amarrado" ao formato anterior, comandado por Faustão.

Foi bem diferente do que ocorreu com Marcos Mion no "Caldeirão", que já chegou implantando sua marca com novos quadros e estilo.

Este ano a Globo está investindo em quadros inéditos para Huck, como o "Domingão Tá Vendo", além de manter os consagrados, como o "Dança dos Famosos".

Outro motivo para a dificuldade inicial seria que agora a Globo não tem futebol para "impulsionar" a atração seguinte, como nos tempos de Fausto Silva.

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