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'BBB 21': Com maior parte dos vilões fora, reality terá de se reinventar

Lumena e Karol Conká no "BBB 21" - Reprodução/Globoplay
Lumena e Karol Conká no "BBB 21" Imagem: Reprodução/Globoplay
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Fernando Oliveira, conhecido como Fefito, é formado em jornalismo e pós-graduado em direção editorial. Teve passagens pela IstoÉ Gente, Diário de S. Paulo, iG, R7. Atuou como apresentador do Estação Plural, da TV Brasil, Mulheres, da TV Gazeta, e Morning Show, da Jovem Pan.

Colunista do UOL

03/03/2021 11h48

Quando estreou, o "BBB 21" tinha pela frente a missão de superar uma edição de enorme sucesso exibida no ano anterior. Não só isso ocorreu, com a audiência marcando os maiores índices da última década, como as primeiras semanas foram absolutamente explosivas, com direito a brigas, desistência e até mesmo acusação de tortura psicológica, contra Lucas.

O resultado não poderia ter sido outro: um após o outro, participantes considerados vilões pelo público deixaram a competição. Foi o caso de Nego Di, Karol Conká e Lumena. A saída de concorrentes controversos, no entanto, traz alguns prejuízos para a competição.

Uma delas é a já constante presença de "plantas" no jogo. Thaís e Viih Tube, por exemplo, ainda não mostraram a que vieram. Enquanto uma se preocupa apenas em conquistar Fiuk, a outra evita se comprometer, com uma estratégia que tenta agradar a todos. É inegável que, ainda que contem com simpatia por parte da audiência, elas não movimentam o reality show da mesma maneira que Karol Conká, por exemplo.

Para salvar o "BBB" do risco de cair no marasmo, a direção vai ter de investir em artifícios externos. A realização de um paredão falso na próxima semana, por exemplo, é uma maneira de movimentar a disputa por R$ 1,5 milhão. Da mesma maneira, o jogo da discórdia, às segundas-feiras, precisará investir em ampliar rivalidades.

Com o pico do sucesso atingido ainda no primeiro mês, manter o interesse do público se mostrará um grande desafio. A esperança é que brothers como Projota e Arthur, por exemplo, sigam tramando. Ou o programa, que começou pegando fogo, corre o risco de esfriar.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL