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Fifa diminui punição a ex-presidente da federação de Zâmbia

28/01/2019 17h26

Redação Central, 28 jan (EFE).- O Comitê de Apelação da Fifa aceitou parcialmente o recurso apresentado por Kalusha Bwalya, ex-presidente da federação de futebol de Zâmbia e integrante do Comitê Executivo da Confederação Africana, e reduziu a punição imposta ao dirigente pelo Comitê de Ética em 12 de abril do ano passado.

"Após analisar e levar em conta todas as circunstâncias do caso, a Apelação decidiu reduzir a duração da proibição de participar de qualquer atividade relacionada ao futebol imposta a Bwalya ao período já cumprido no momento da notificação desta decisão", informou o Comitê de Apelação da federação internacional.

Dessa forma, a suspensão foi considerada encerrada, mas o dirigente, eleito melhor jogador da África em 1988, precisará pagar uma multa de 10 mil francos suíços (R$ 38 mil).

Em agosto do ano passado, Bwalya havia sido suspenso por dois anos e multado em 100 mil francos suíços (R$ 380 mil) por ter sido considerado responsável por receber benefícios do catariano Ben Hamman, suspenso em 2011 por dar dinheiro a integrantes da Fifa em troca do seu voto em suas aspirações presidenciais e na escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022.

Na época, o dirigente zambiano foi acusado de violar os artigos 16 e 20 do código de ética da federação internacional, que fazem referência no início de confidencialidade e às normas para oferecer e aceitar presentes e outros privilégios. EFE

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