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Agência mantém maconha como doping, mas "suaviza" quantidade flagrada em testes

Das agências internacionais

Em Madrid (Espanha)

13/05/2013 08h02

O uso de maconha continua proibido para esportistas, decidiu em reunião no último final de semana a Agência Mundial Antidoping (AMA). A substância seguirá sendo considerada dopante em competições, mas apenas para testes que indicarem pelo menos 150 nanogramas por mililitro de urina.

Anteriormente, qualquer flagra acima de 12 nanogramas por amostra já era considerado doping.

A possibilidade da maconha ser retirada da lista de substâncias proibidas era estudada pela agência há algumas semanas. Segundo a AMA, o uso recreativo de maconha aumenta o número de casos “falso-positivos”, já que a substância permanece na urina por semanas depois do consumo.

Para a agência, isso ocasiona perda de tempo e gastos a mais para os laboratórios responsáveis pelos testes. “Essa mudança na quantidade indica que os atletas que usarem maconha durante competições serão flagrados”, disse a AMA em comunicado oficial.

Na mesma reunião, também foram analisadas outras possibilidades de mudança no Código Mundial Antidoping, que entra em vigor a partir de 2015. Ele deverá ser aprovado definitivamente em novembro deste ano, em encontro que será realizado em Joanesburgo, na África do Sul.

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