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Palmeiras volta a conquistar três títulos na temporada após mais de 25 anos

09/03/2021 10h00

Indiscutível no quesito títulos, a temporada de 2020 foi uma das mais vitoriosas da história do Palmeiras. Com a conquista da Copa do Brasil, o clube voltou a atingir a tríplice coroa, feito que não acontecia desde 1993 no clube.

Vindo de uma temporada sem conquistas e repleta de desconfiança sobre o elenco, a diretoria alviverde iniciou 2020 com a missão de retomar a identidade palestrina trazendo o já consagrado técnico Vanderlei Luxemburgo para comandar um time sem muitos investimentos e com a base como principal aposta.

Depois de nove meses de trabalho com título do Paulistão e advento da pandemia de Covid-19, que resultou em perdas consideráveis de caixa e arrecadamento pelos estádios vazios, Luxa não resistiu no cargo após sequência ruim de resultados e um futebol de pouca perspectiva de futuro para torcida e diretoria. De forma interina, Andrey Lopes comandou a equipe por cinco jogos antes da chegada do técnico Abel Ferreira, em Novembro.

Em pouco mais de quatro meses de trabalho, Abel Ferreira levou o time as conquistas da Copa Libertadores e da Copa do Brasil, no último domingo (07), diante do Grêmio. Os dois títulos alcançados pelo técnico português, que não tinha nenhum troféu no currículo como comandante profissional antes da chegada ao Palmeiras, levaram o clube a fechar a temporada de 2020 com a tríplice coroa. A última vez havia sido há 27 anos, em 1993, com o Paulistão, Campeonato Brasileiro e Rio-São Paulo.

O feito da temporada passada foi o quarto na história do clube. Assim como em 2020, o Palmeiras conquistou três taças oficiais em 1951, 1972 e 1993.

Em 51, ano do Mundial, o Palmeiras faturou, também, o torneio Rio-São Paulo e a Taça Cidade de São Paulo. A segunda, na era da Academia de Ademir da Guia, o Palmeiras levou o Campeonato Brasileiro, Paulistão e o Torneio Mar Del Plata.

A mais recente, em 93, começou com o título paulista que acabou com um jejum de mais 16 anos sem nenhuma conquista. Dia que ficou eternizado como dia da paixão palmeirense. Meses depois, ainda sob o comando de Luxemburgo, vieram o Campeonato Brasileiro e o Rio-São Paulo.

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