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Ex-Inter convocado por Dunga pode defender outra seleção na Europa

Geferson, lateral ex-Inter, que atua no CSKA Sofia, da Bulgária - Divulgação/CSKA Sofia
Geferson, lateral ex-Inter, que atua no CSKA Sofia, da Bulgária Imagem: Divulgação/CSKA Sofia

Marinho Saldanha

Do UOL, em Porto Alegre

31/05/2023 04h00

O lateral-esquerdo Geferson, ex-jogador do Inter, pode defender outra seleção. Convocado por Dunga para defender a seleção brasileira na Copa América 2015, o jogador tirou passaporte europeu e já foi sondado pela Bulgária.

O que aconteceu

Hoje aos 29 anos, Geferson defende as cores do CSKA Sofia desde 2018. Seu último clube no Brasil foi o Vitória, emprestado pelo Colorado.

Ele está prestes a se tornar o estrangeiro com mais jogos da história do clube pelo qual conquistou a Copa da Bulgária na temporada 2020/2021.

O CSKA Sofia está na disputa do título do Campeonato Búlgaro. Hoje, a equipe está um ponto na frente do Ludogorets faltando duas rodadas para o fim da competição.

Geferson comemora com colegas de CSKA Sofia - Divulgação/CSKA Sofia - Divulgação/CSKA Sofia
Imagem: Divulgação/CSKA Sofia

Tão logo conseguiu passaporte búlgaro, Geferson foi sondado pela Federação do país, que perguntou se ele teria interesse em defender a seleção. Segundo apurou o UOL, o jogador aceitaria o convite.

O defensor não foi chamado para os próximos compromissos das Eliminatórias da Eurocopa, marcados para os dias 17 e 20 de junho, contra Lituânia e Sérvia, pois esteve lesionado boa parte do mês. Há expectativa na mídia local que possa ser convocado para os jogos de setembro.

E a seleção brasileira?

Geferson foi convocado por Dunga para a seleção brasileira que disputou a Copa América de 2015. No entanto, não entrou em campo naquela competição.

Desta forma, está autorizado pelas regras da Fifa a defender outra seleção se for chamado. Neste caso, a Bulgária.

Formado no Inter

O lateral-esquerdo é cria da base do Internacional, onde conquistou o Gauchão de 2015 e 2016.

Sua trajetória começou com grande expectativa e titularidade imediata alçada por Diego Aguirre.

No entanto, após a queda na Libertadores de 2015, ele passou a ter menos participação nos jogos, até deixar o clube em 2017.