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"Somos carentes de jogadores alegres", diz Edílson Capetinha a Pedro Bial

Edílson Capetinha comemora o título do Campeonato Brasileiro de 1998, pelo Corinthians - Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Edílson Capetinha comemora o título do Campeonato Brasileiro de 1998, pelo Corinthians Imagem: Moacyr Lopes Junior/Folhapress

Paulo Pacheco

Do UOL, em São Paulo

16/08/2019 18h52

O Conversa com Bial de hoje reunirá dois apaixonados por futebol e música: Edílson Capetinha e o grupo Molejo. O atacante, pentacampeão do mundo em 2002, revelará que chegou a contratar os pagodeiros para shows, quando conciliava os gramados com a carreira empresarial.

"Ainda como jogador, eu já investia nisso. Eu era dono de casas de shows, estúdios, blocos de carnaval e fui até empresário de algumas bandas. Eu também contratava os meninos do Molejo para fazer shows na minha casa", dirá o jogador a Pedro Bial.

"A gente sempre teve muita proximidade com os jogadores da década de 1990, como Júnior Baiano e Vampeta", contará Andrezinho, do Molejo.

Edílson também criticará a falta de ousadia no futebol praticado atualmente no Brasil: "Somos carentes de jogadores mais alegres, de jogadas bonitas e irreverentes".

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