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Seleção brasileira se preocupa com "surpresa" Venezuela e esconde escalação

Tite escondeu qual será a escalação da seleção brasileira no jogo desta terça - Pedro Martins / MoWA Press
Tite escondeu qual será a escalação da seleção brasileira no jogo desta terça Imagem: Pedro Martins / MoWA Press

Danilo Lavieri, Gabriel Carneiro, Marcel Rizzo e Pedro Lopes

Do UOL, em Salvador (BA)

17/06/2019 21h06

Tite não quis confirmar qual será a escalação da seleção brasileira para o jogo de amanhã contra a Venezuela, às 21h30, na Fonte Nova. Em entrevista coletiva, o treinador evitou confirmar que Arthur vai ganhar a vaga de Fernandinho e viu seu auxiliar elogiar bastante os rivais da 2ª rodada da Copa América.

No treino de ontem, o comandante indicou que o meio-campista recuperaria a titularidade após perder a estreia por conta de dores no joelho direito. Durante seu trabalho desde 2016, é comum que o treinador revele quem são os 11 que vão iniciar a partida.

"O sentido (de não revelar) não é omitir de vocês. O sentido é de não dar oportunidade ao adversário de saber quem vai jogar. Vai ser Neres ou Cebolinha? Vai jogar Fernandinho ou muda a composição? Vai jogar o Firmino com liberdade maior? Não quero facilitar o trabalho do adversário", afirmou o comandante.

Apesar do mistério para a imprensa, ele afirmou que seu grupo já sabe os 11 iniciais. "Os atletas já sabem desde ontem quem vai jogar", completou.

Cleber Xavier, auxiliar número 1 de Tite, explicou porque a seleção adotou a novidade de não revelar a formação e elogiou bastante a seleção que considerou como potencial surpresa da Copa América.

"A Venezuela surpreendeu. É um time forte. Ela teve crescimento, ficou seis jogos sem perder, mesmo estando mal na Eliminatória. O treinador consegue mudar o jeito de jogar, com outro estilo e outras características. Eles têm jogadores importantes, com velocidade de lado, o Rondon tem um alto nível, faz um pivô com qualidade", analisou.

"É uma equipe que que a gente respeita muito. Estudamos muito a Venezuela. Eles fizeram 40% dos gols com transição, 35% com bola parada, que é muito importante para eles. Nós respeitamos muito a Venezuela, que pode ser a surpresa da Copa América, assim como o Qatar", completou.

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